- O dólar subiu 0,85% nesta terça-feira (19.mai.2026), encerrando a sessão em R$ 5,041; chegou a R$ 5,058 no máximo e R$ 5,009 no mínimo.
- O Ibovespa caiu 1,52%, para 174.278,86 pontos, com o mercado reagindo ao cenário eleitoral projetado pela AtlasIntel/Bloomberg.
- O levantamento apontou Lula com 48,9% das intenções de voto em eventual segundo turno contra 41,8% de Flávio Bolsonaro.
- A avaliação é de que um possível governo de Flávio poderia trazer maior controle de gastos e disciplina fiscal, influenciando o humor dos investidores.
- O Banco Central informou que os núcleos de inflação continuam pressionados, cabendo à autoridade separar efeitos temporários de choques de energia de impactos mais duradouros na economia.
O dólar fechou em alta nesta terça-feira (19/5/2026), registrando alta de 0,85% e cotação de R$ 5,041. A máxima chegou a R$ 5,058 e a mínima, R$ 5,009 durante a sessão.
O Ibovespa, principal índice da B3, caiu 1,52%, chegando a 174.278,86 pontos. O movimento reflete apreensão com pressões inflacionárias e consequências de pesquisas eleitorais para o cenário local.
A leitura de investidores ficou concentrada no levantamento da AtlasIntel/Bloomberg divulgado hoje, que aponta Lula com 48,9% das intenções de voto no 2º turno ante 41,8% de Flávio Bolsonaro.
Perspectiva fiscal e inflação
A avaliação é de que um eventual governo de Flávio Bolsonaro apresentaria maior controle de gastos e disciplina fiscal, o que pesou no humor do mercado. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sinalizou que os núcleos de inflação seguem pressionados.
Mercados internacionais e petróleo
Nos EUA, as bolsas fecharam em queda diante de sinais de inflação persistente e do impacto da guerra no Oriente Médio. Dow Jones caiu 0,65%, S&P 500 teve queda de 0,67% e Nasdaq recuou 0,84%.
O petróleo Brent recuou 0,90%, para cerca de US$ 111 o barril, em meio a declarações conflitantes sobre negociações entre Estados Unidos e Irã.
O presidente norte‑americano, Donald Trump, afirmou ter dado um prazo de dois a três dias para avanços diplomáticos, antes de possível retomada de ações militares.
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