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Economia cresce 0,9% no 1º trimestre em relação ao 4º de 2025, diz FGV

PIB avança 0,9% no 1º trimestre ante o quarto de 2025, com consumo e investimento puxando o crescimento e exportações em alta de 6,5%

Coordenadora do Monitor do PIB, Juliana Trece — Foto: Leo Pinheiro/Valor
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  • O PIB cresceu 0,9% no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2025, na série com ajuste sazonal.
  • Em março, a atividade caiu 0,6% frente fevereiro, na mesma base de comparação sazonal.
  • Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, houve alta de 1,5%; 2,5% em março; e a taxa acumulada em doze meses chegou a 1,9%.
  • O consumo das famílias registrou avanço, com destaque para serviços e produtos duráveis; a Formação Bruta de Capital Fixo subiu 0,9%, com contribuições da construção e de outros produtos.
  • Exportações cresceram 6,5% no trimestre, principalmente por petróleo, enquanto importações recuaram 1,3%; o investimento ficou em 19,1% no período.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,9% no primeiro trimestre de 2026 ante o quarto trimestre de 2025, segundo o Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado faz parte de uma série com ajuste sazonal.

Em março, a atividade econômica caiu 0,6% na comparação com fevereiro, conforme a mesma fonte. Os números seguem a mesma série ajustada e apresentam trajetória distinta entre o trimestre e o mês.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, o PIB apresentou alta de 1,5%. Em março frente a março de 2025, houve avanço de 2,5%. A taxa acumulada em 12 meses até o 1º trimestre ficou em 1,9%.

“O crescimento de 0,9% foi disseminado entre as atividades”, disse Juliana Trece, coordenadora da pesquisa. Ela destacou contributos positivos em agropecuária, indústria e serviços, além de doze atividades com crescimento.

Todos os componentes do consumo contribuíram para o avanço, com destaque para serviços e produtos duráveis. O consumo das famílias atingiu o maior ritmo desde o trimestre móvel encerrado em julho.

A Formação Bruta de Capital Fix O (FBCF) iniciou o ano com retrações, mas terminou o 1º trimestre em alta de 0,9%. Construção e outros produtos impulsionaram o resultado; máquinas e equipamentos ainda recuaram, mas com quedas menores.

As exportações tiveram alta expressiva de 6,5% no 1º trimestre, puxadas principalmente por petróleo e outros produtos da extrativa mineral. Expor-def

As importações caíram 1,3% no período, marcando a segunda queda trimestral consecutiva.

Em termos monetários, o PIB em valores correntes até o 1º trimestre de 2026 situou-se em cerca de R$ 3,443 trilhões. A taxa de investimento ficou em 19,1% no trimestre.

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