- Exportações globais de café verde subiram 0,8% em março frente ao mesmo período de 2024, para 11,7 milhões de sacas de 60 kg.
- O crescimento foi puxado pela alta de robusta e arábica da América Central, compensando a queda brasileira e colombiana.
- Exportações de robusta atingiram recorde de 5,52 milhões de sacas, alta de 24% na comparação anual, com o Vietnã respondendo por grande parte do avanço (subiu 30,3%).
- A categoria “outros suaves” (arábica de Honduras, Guatemala e Nicarágua) subiu 0,9%, para 2,59 milhões de sacas.
- Exportações de arábicas suaves da Colômbia caíram 33,8%, para 0,88 milhão de sacas, e as de arábicas naturais do Brasil caíram 16,8%, para 2,71 milhões de sacas.
As exportações globais de café verde cresceram 0,8% em março na comparação com o mesmo mês de 2025, para 11,7 milhões de sacas de 60 kg, segundo a Organização Internacional do Café (OIC). O avanço ocorreu mesmo com recuos em produtores como Brasil e Colômbia, que pesaram no saldo total.
O robusta registrou alta de 24% ante o ano anterior, atingindo 5,52 milhões de sacas. O Vietnã, principal fornecedor, respondeu por avanço de 30,3% nas suas exportações no período. A combinação de aumento regional sustentou o crescimento global.
Em relação aos arábicas, o grupo “outros suaves” subiu 0,9%, alcançando 2,59 milhões de sacas, puxado por Honduras, Guatemala e Nicarágua. No entanto, as exportações de arábicas suaves da Colômbia caíram 33,8%, para 0,88 milhão de sacas, devido a dificuldades de abastecimento local.
As exportações de arábicas naturais do Brasil recuaram 16,8%, situando-se em 2,71 milhões de sacas. A OIC aponta que a queda brasileira, somada à baixa colombiana, compensou boa parte do ganho observado em outras regiões, mantendo o balanço mundial estável.
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