- Ministros das Finanças do G7 reiteraram a necessidade de reabrir o Estreito de Ormuz.
- Também destacaram a importância de lidar com os desequilíbrios globais das contas correntes.
- Em comunicado conjunto, reafirmaram o compromisso com a cooperação multilateral para enfrentar riscos à economia mundial.
- Os membros do Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos defendem a estabilidade dos mercados de energia e pedem evitar restrições arbitrárias às exportações.
Os ministros das Finanças do G7 reiteraram a necessidade de reabrir o Estreito de Ormuz e de enfrentar os desequilíbrios globais nas contas correntes. O anúncio foi feito durante a reunião em Paris, em 18 de maio de 2026.
Participaram do encontro os representantes de Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além dos presidentes dos bancos centrais. A pauta incluiu cooperação multilateral para a economia global.
Os ministros destacaram o compromisso com a estabilidade dos mercados de energia e pediram que os países evitem restrições arbitrárias às exportações. O objetivo é reduzir riscos e manter o fornecimento alinhado aos acordos internacionais.
Cooperação e estabilidade
O comunicado conjunto reforça a continuidade da cooperação entre as economias do G7. Segundo os signatários, a coordenação multilateral é essencial para mitigar choques externos e sustentar o crescimento global.
Os participantes ressaltaram ainda a importância de mudanças estruturais que reduzam desequilíbrios em contas correntes, buscando maior equilíbrio macroeconômico entre as nações.
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