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G7 pede reabertura do Estreito de Ormuz e ajuste de contas correntes

Ministros do G7 pedem reabertura do Estreito de Ormuz e solução para desequilíbrios nas contas correntes, reforçando cooperação multilateral para estabilidade energética

Reunião dos ministros das Finanças e presidentes dos bancos centrais do G7 em Paris 18 de maio de 2026. REUTERS/Tom Nicholson
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  • Ministros das Finanças do G7 reiteraram a necessidade de reabrir o Estreito de Ormuz.
  • Também destacaram a importância de lidar com os desequilíbrios globais das contas correntes.
  • Em comunicado conjunto, reafirmaram o compromisso com a cooperação multilateral para enfrentar riscos à economia mundial.
  • Os membros do Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos defendem a estabilidade dos mercados de energia e pedem evitar restrições arbitrárias às exportações.

Os ministros das Finanças do G7 reiteraram a necessidade de reabrir o Estreito de Ormuz e de enfrentar os desequilíbrios globais nas contas correntes. O anúncio foi feito durante a reunião em Paris, em 18 de maio de 2026.

Participaram do encontro os representantes de Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, além dos presidentes dos bancos centrais. A pauta incluiu cooperação multilateral para a economia global.

Os ministros destacaram o compromisso com a estabilidade dos mercados de energia e pediram que os países evitem restrições arbitrárias às exportações. O objetivo é reduzir riscos e manter o fornecimento alinhado aos acordos internacionais.

Cooperação e estabilidade

O comunicado conjunto reforça a continuidade da cooperação entre as economias do G7. Segundo os signatários, a coordenação multilateral é essencial para mitigar choques externos e sustentar o crescimento global.

Os participantes ressaltaram ainda a importância de mudanças estruturais que reduzam desequilíbrios em contas correntes, buscando maior equilíbrio macroeconômico entre as nações.

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