- O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu o acordo de Termo de Compromisso que encerrou processo administrativo envolvendo deficiências no controle de câmbio, com pagamento de R$ 300 mil pelo BC e R$ 19 milhões pelo Santander.
- O acordo foi assinado em junho de 2025 pelo Comitê de Decisão de Termo de Compromisso (Coter), órgão interno responsável por negociações de esse tipo.
- Galípolo participou de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e afirmou que não cabe ao BC virar palanque político.
- O presidente do BC disse não perseguir ninguém e que a governança do Coter não está em falha, apenas houve preenchimento inadequado no processo.
- O caso envolve a gestão de Roberto Campos Neto, alvo de questionamentos de governistas, ligado à autorização de compra do Máxima e sua transformação no Banco Master.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu o acordo que resultou em um termo de compromisso com seu antecessor, Eduardo pessoa? Não, mantemos sem citar o nome: o ex-presidente, envolvendo o BC e acusações de falhas no controle de câmbio. O acordo levou ao pagamento de R$ 300 mil pelo ex-presidente.
A audiência ocorreu nesta terça-feira, 19 de maio, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Galípolo participou para falar sobre a fiscalização do Banco Master, que foi liquidado em novembro de 2025.
Em junho de 2025, houve o acordo para encerrar um processo administrativo relativo a deficiências no controle de operações de câmbio, ligado ao Banco Santander. O ex-presidente do BC aceitou pagar R$ 300 mil, e o banco, R$ 19 milhões.
O acordo foi conduzido pelo Comitê de Decisão de Termo de Compromisso, uma seção interna do BC que negocia e aprova acordos em processos contra instituições financeiras. Galípolo afirmou apoiar o processo e evitar que o BC vire palanque político.
Ele afirmou ser o segundo presidente do BC autônomo, com foco na estabilidade financeira, e destacou que não cabe perseguir ninguém, nem transformar o BC em palco para questões políticas. A governança do Coter foi defendida, segundo ele.
O tema tem relação com a gestão anterior, sob críticas de governistas, que envolve a autorização para a aquisição do Máxima pelo then Banco Master, durante o governo anterior. O episódio é visto como parte de controvérsias sobre o passado da autoridade monetária.
Entre na conversa da comunidade