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Galípolo minimiza risco do Master ao sistema financeiro, rotulado 3ª divisão

BC afirma que liquidação do Master não representa risco ao sistema financeiro; banco era da terceira divisão e respondia por menos de 0,5% do patrimônio

Gabriel Galípolo, participar da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no senado federal
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  • O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a liquidação do banco Master, ocorrida em novembro do ano passado, não representa risco para o sistema financeiro.
  • Ele classificou o Master como uma instituição da “terceira divisão” do sistema financeiro, com participação inferior a 0,5% do patrimônio total, o que não configuraria risco sistêmico.
  • A liquidação ocorreu por indícios de irregularidades; o dono, Daniel Vorcaro, foi preso em operação relacionada à venda de créditos falsos.
  • Galípolo destacou que o que chama a atenção não é o risco ao sistema, mas como o dinheiro era utilizado pelo banco.
  • Sobre as reuniões entre Vorcaro e o BC, o ministro afirmou que a fiscalização acompanhou de perto quando houve evidências de irregularidades; disse não ter participado da maior parte, citando mudanças de função na diretoria.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a liquidação do banco Master pelo BC, em novembro do ano passado, não representa risco para o sistema financeiro. O banco era considerado pequeno.

Segundo Galípolo, o Master operava com risco sistêmico desprezível, classificando-o como banco da “terceira divisão”. A liquidação decorreu de indícios de irregularidades.

Ele explicou que o uso de recursos de fraudes chamou a atenção, mesmo diante do baixo peso do banco no sistema financeiro.

Contexto regulatório

Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o presidente do BC foi questionado sobre as reuniões de Daniel Vorcaro no BC antes da liquidação. O dirigente citou que, quando há evidências de irregularidades, a fiscalização intensifica o acompanhamento.

Galípolo afirmou que não participou da maior parte dessas reuniões. Alega que, até 2024, a diretoria ligada à política monetária era a responsável; em 2025, houve participação de diretores da Diorf e da Difisa.

Ele ressaltou que, com as evidências disponíveis, a fiscalização exigiu atenção mais forte diante de possíveis irregularidades, justificando a atuação regulatória.

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