- O HS2 pode custar até £102.7 bilhões, segundo o secretário de Transporte.
- O início dos serviços foi adiado para entre 2036 e 2039, até seis anos após o alvo anterior de 2033.
- A velocidade máxima dos trens foi reduzida de 360 km/h para 320 km/h para reduzir custos.
- O relatório Lovegrove aponta que o aumento de custos vem principalmente de subavaliação anterior, entrega ineficiente e omissões no escopo, com inflação contribuindo parcialmente.
- O serviço completo entre London Euston e Curzon Street só deve operar entre 2040 e 2043, com o trecho Old Oak Common a Birmingham Curzon Street iniciando antes.
O HS2 pode custar até £102,7 bilhões, segundo o ministro dos Transportes, que garantiu o compromisso de entregar o projeto até a conclusão. A informação marca o que a gestão chama de “redefinição” do projeto.
As obras devem iniciar entre 2036 e 2039, até seis anos depois da meta oficial mais recente, de 2033. O atraso acompanha a revisão de custos e escopo do projeto, anunciada na manhã de hoje.
Para reduzir gastos, a velocidade máxima dos trens foi reduzida de 360 km/h para 320 km/h. A medida é apresentada como forma de viabilizar o restante do cronograma e o orçamento.
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O Lovegrove report, apresentado por Heidi Alexander, aponta uma “lista de falhas” herdada do governo anterior. A função do relatório é explicar o atraso, o aumento de custo e a redução de escopo.
Alexander afirmou que o custo estimado em 2025 está entre £87,7 bilhões e £102,7 bilhões. Ela reconheceu o aumento como significativo e afirmou ter indignação com o quadro apresentado.
Segundo a ministra, o orçamento projetado em 2013 era de £50,1 bilhões em preços de 2011, o que equivaleria a cerca de £75 bilhões hoje, ajustando a inflação. O deslocamento ocorre porque o percurso mudou de Manchester/Leeds para London-Birmingham.
O governo sustenta que dois terços do aumento decorrem de subavaliação anterior, entrega ineficiente e itens omitidos no plano original; um terço é explicado pela inflação.
A nova velocidade maior alinhada ao padrão europeu e japonês poderia gerar economia de até £2,5 bilhões e adiantar o cronograma em um ano. Os números são apresentados como ganhos potenciais do ajuste.
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O cronograma revisado prevê início de serviços entre Old Oak Common, em Londres, e Birmingham Curzon Street. O serviço completo, entre London Euston e Curzon Street com conexão à West Coast Main Line, não deve operar antes de 2040 a 2043.
Alexander afirmou que o objetivo é concluir o projeto, ao mesmo tempo em que busca otimizar prazos e custos. Ela reforçou o compromisso do governo com a entrega, sem detalhar etapas futuras.
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