- Ibovespa cai forte nesta terça, aos 174.357 pontos, 10h12, com queda de 1,48%.
- Exterior segue pressionando: tensões no Oriente Médio e preocupações com inflação e juros globais influenciam o humor, enquanto Senado ouve o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
- B3 lidera perdas entre grandes papéis, com recuo superior a 3%; bancos pressionados: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil.
- Petrobras recua mais de 1%; Vale e siderúrgicas como CSN e Metalúrgica Gerdau também no negativo; Azul e Embraer entre as maiores quedas.
- Câmbio: PTAX aponta compra a R$ 5,0312 e venda a R$ 5,0318; momento de maior cautela nos mercados.
O Ibovespa abriu em forte baixa nesta terça-feira (19), pressionado pelo recuo das Bolsas internacionais e pela aversão a risco. O índice chegou a renovar a mínima do dia, caindo 1,48% às 10h12, aos 174.357 pontos, após sair dos leilões em queda já superior a 1,3%.
O ambiente externo segue determinando o ritmo das negociações na B3. Tensões geopolíticas no Oriente Médio e preocupações com inflação e juros globais mantêm o viés de cautela. Investidores também acompanham a audiência com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, no Senado, sobre política monetária e atividade econômica.
Ibovespa no vermelho
Entre os grandes papéis, as ações da B3 sofrem as maiores perdas, com queda acima de 3%. Bancos(as) Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil registram quedas disseminadas. Petrobras recua pouco mais de 1%, segue junto de petroleiras menores, e a Vale opera em baixa.
CSN e Metalúrgica Gerdau puxam o setor de siderurgia para o negativo, enquanto supermercados, frigoríficos e empresas de saúde acompanham o movimento de correção. Entre os nomes mais impactados pela manhã, Azul Airlines cai acima de 3% e Embraer também opera no vermelho.
Câmbio e juros
No mercado de câmbio, a PTAX inicial aponta compra em R$ 5,0312 e venda em R$ 5,0318. O início da sessão reforça o cenário de maior cautela, com pressão concentrada em setores sensíveis a fatores externos e à trajetória de juros globais.
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