- Juros futuros avançaram e a curva ganhou inclinação no pregão desta terça-feira (19), em dia de estresse elevado nos mercados globais de renda fixa.
- Taxas de longo prazo subiram ao redor do mundo, com reprecificação do choque de petróleo e uma inflação associada ao fechamento do Estreito de Ormuz.
- O ambiente externo desfavorável somou-se ao noticiário político local, com novas pesquisas eleitorais, reforçando prêmio de risco em vértices mais longos da curva.
- No fim do dia, a DI para janeiro de 2027 ficou em 14,14%, frente a 14,155% no ajuste anterior.
- A DI para janeiro de 2028 passou de 14,04% para 14,05%, a DI para janeiro de 2029 subiu de 14,07% para 14,115%, e a DI para janeiro de 2031 saltou de 14,185% para 14,27%.
Os juros futuros avançaram e a curva de vencimentos ganhou inclinação no pregão desta terça-feira (19), em meio a estresse elevado nos mercados globais de renda fixa. O movimento refletiu um ambiente externo desfavorável e notícias locais.
A reprecificação ocorreu em função do choque de petróleo e da possibilidade de inflação mais persistente, associada ao fechamento do Estreito de Ormuz. Além disso, o noticiário político local, com novas pesquisas eleitorais, ampliou o prêmio de risco nos vértices mais longos da curva.
Detalhes das taxas DI
No fechamento, a DI para janeiro de 2027 ficou em 14,14%, ante 14,155% no ajuste anterior. A DI para janeiro de 2028 avançou de 14,04% para 14,05%. A DI para janeiro de 2029 subiu de 14,07% para 14,115%, enquanto a DI para janeiro de 2031 saltou de 14,185% para 14,27%.
O cenário indica maior inclinação da curva diante de fatores internacionais e do ambiente político local, com impactos observados nas operações de renda fixa. A leitura final aponta ajuste contínuo de premissas de inflação e risco, sem tratamento de conclusão.
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