- A diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) defende a “reglobalização” para reduzir riscos de gargalos logísticos e dependência de grandes potências.
- Ela aponta gargalos físicos no Estreito de Ormuz e no Estreito de Malaca como exemplos de vulnerabilidade nas cadeias de suprimentos.
- O objetivo é diversificar relações comerciais e fortalecer a resiliência do sistema global de comércio.
- A defesa ocorre em meio a pressões sobre a ordem multilateral de comércio, já testada por interrupções como a pandemia de covid-19.
A diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) defendeu a promoção da reglobalização para reduzir os riscos ligados a gargalos logísticos e à dependência de grandes potências. A fala ocorre em meio a pressões sobre o sistema multilateral de comércio.
Segundo a executiva, o ambiente atual pode ampliar vulnerabilidades econômicas caso cadeias de suprimentos fiquem excessivamente expostas a poucas nações. A estratégia busca maior equilíbrio e resiliência global.
O debate ocorre em um contexto no qual o sistema comercial mostrou resistência a interrupções anteriores, como as registradas durante a pandemia de covid-19. Ainda assim, gargalos físicos em rotas estratégicas permanecem como desafio.
Entre os pontos citados pela OMC, estão caminhos para reduzir a dependência de grandes potências e melhorar a diversificação de fornecedores. As proposições visam manter a fluidez do comércio sem comprometer a estabilidade econômica internacional.
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