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Oriovisto alerta cautela com possível fim da escala 6×1

Senador orienta cautela sobre fim da escala 6x1, destacando que custos nas escolas particulares podem subir mais de 20% e pressionar mensalidades

Em discurso, à tribuna, senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR).
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  • O senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) pediu cautela ao discutir o fim da escala de trabalho 6×1, ressaltando que a mudança pode impactar diferentes modelos de contratação no país.
  • Ele afirmou que categorias remuneradas por hora, como professores da rede privada, podem ter custos trabalhistas significativos com o novo cálculo do descanso semanal remunerado.
  • Segundo o parlamentar, a elevação da folha de pagamento das escolas privadas pode superar 20%, refletindo nas mensalidades cobradas às famílias.
  • Oriovisto disse que o debate tem ocorrido de forma superficial e pediu análise detalhada das consequências econômicas e administrativas antes de qualquer aprovação no Congresso.
  • Ele destacou que não é contra o direito ao descanso, mas que é preciso considerar os detalhes para evitar prejuízos maiores.

Oriovisto Guimarães, senador pelo PSDB-PR, pediu cautela ao discutir o fim da escala de trabalho 6×1, ressaltando a necessidade de analisar impactos sobre diferentes modelos de contratação no país. O pronunciamento ocorreu no Plenário do Senado na terça-feira, 19, e abordou especialmente as consequências para setores remunerados por hora, como a rede privada de educação.

Segundo o parlamentar, a mudança no cálculo do descanso semanal remunerado pode elevar em mais de 20% os custos das escolas privadas, o que refletiria diretamente nas mensalidades pagas pelas famílias. A consequência possível seria maior pressão para repassar custos ou, na hipótese mais grave, encerramento de atividades.

Guimarães afirmou que o debate tem sido conduzido de maneira superficial e defendeu uma avaliação detalhada das implicações econômicas e administrativas antes de qualquer aprovação no Congresso. Ele enfatizou que não é contrário ao direito ao descanso, mas que é preciso analisar os detalhes para evitar prejuízos.

Ele reforçou que se a medida encarece as escolas, esses estabelecimentos podem migrar de público para privado ou encerrar atividades, aumentando o atendimento pela rede pública. O senador também mencionou efeitos indiretos sobre o governo e sobre a demanda por vagas no ensino público.

A assessoria destacou que o conteúdo reflete o posicionamento do senador durante a discussão no Plenário, sem assumir conclusão sobre o tema. A reportagem reproduz informações da Agência Senado.

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