- A re.green emitiu o primeiro lote de créditos de carbono de restauração ecológica da Mata Atlântica com espécies nativas.
- O lote reúne 36.877 créditos, gerados pela restauração de mais de 1.600 hectares no Sul da Bahia, em Eunápolis e Potiraguá, entre 2022 e 2025.
- As espécies usadas na restauração incluem jequitibá-rosa, ipê, pau-brasil e jatobá.
- Quase 900 pessoas foram beneficiadas com iniciativas de geração de renda, capacitação e inclusão produtiva.
- A empresa pretende emitir mais de 120 mil créditos nos próximos meses, com projetos na Mata Atlântica e na Amazônia; a atuação já soma mais de 37 mil hectares e parcerias com Microsoft, Nestlé, Agro Penido e Vivo.
A re.green emitiu o primeiro lote de créditos de carbono gerados pela restauração ecológica da Mata Atlântica, com espécies nativas. A iniciativa ocorre após anos de atuação da empresa no país e faz parte de projetos realizados entre 2022 e 2025, na Bahia. O objetivo é combinar conservação com ganhos econômicos para comunidades locais.
O lote de 36.877 créditos corresponde à restauração de mais de 1.600 hectares de Mata Atlântica nos municípios de Eunápolis e Potiraguá, no Sul da Bahia. As espécies utilizadas incluem jequitibá-rosa, ipê, pau-brasil e jatobá. A empreitada envolve certificação sob padrões internacionais.
Segundo a re.green, quase 900 pessoas foram beneficiadas por ações de geração de renda, capacitação e inclusão produtiva vinculadas aos projetos. A empresa destaca que a restauração também melhora disponibilidade hídrica, favorece a fauna e facilita o ressurgimento de espécies não cultivadas.
A emissão representa um marco para o mercado de carbono no Brasil, segundo a companhia, ao demonstrar que restauração com espécies nativas pode ocorrer em larga escala com rigor científico e viabilidade econômica. A iniciativa consolida a atuação da empresa na Mata Atlântica.
A re.green já atua em mais de 37 mil hectares entre a Mata Atlântica e a Amazônia, com mais de 20 mil hectares conduzidos com mudas plantadas. Além disso, a companhia estabeleceu parcerias com grandes empresas, como Microsoft, Nestlé, Agro Penido e Vivo.
A primeira safra de créditos integra um conjunto de mais de 120 mil créditos de remoção de carbono que a empresa planeja emitir nos próximos meses. A meta envolve projetos nos biomas da Mata Atlântica e da Amazônia, ampliando o portfólio de restauração no país.
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