- TikTok informou que, em 2025, contribuiu com pelo menos R$ 18,6 bilhões ao PIB brasileiro, considerando apenas os gastos com publicidade no TikTok Ads; o horizonte conservador eleva o impacto a R$ 18,6 bilhões e o otimista, a R$ 37,3 bilhões.
- A notícia também aponta arrecadação de impostos entre R$ 2,5 bilhões e R$ 4,9 bilhões e a criação de 223 mil a 447 mil empregos em 2025.
- O estudo avalia apenas os investimentos em publicidade; o alcance orgânico e a atividade comercial direta não foram medidos.
- Segundo o relatório, 68% dos empreendedores que usam a plataforma chegam ao público de forma orgânica, sem gastar com publicidade.
- O texto ressalta o papel da plataforma na digitalização da economia, conectando microempreendedores a consumidores com alta intenção de compra, com foco mobile-first.
O TikTok divulgou que contribuiu com pelo menos 18,6 bilhões de reais ao PIB do Brasil em 2025, segundo o Relatório de Impacto Econômico do TikTok no Brasil. O levantamento, feito em parceria com a LCA Consultoria Econômica, considera apenas investimentos em publicidade na plataforma TikTok Ads.
A estimativa aponta ainda um intervalo entre 18,6 bilhões e 37,3 bilhões de reais, dependendo de cenários conservador e otimista. Os números refletem apenas gastos com publicidade, já que não é possível medir o alcance orgânico nem a atividade comercial direta na plataforma.
O lançamento ocorreu nesta terça-feira, 19 de maio de 2026, em evento com os ministros Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e Rachel Barros (Igualdade Racial). O governo destacou o papel da empresa na criação de empregos e na promoção de parcerias público-privadas.
Impacto em empregos e arrecadação
O TikTok informou ainda que contribuiu com entre 223 mil e 447 mil empregos em 2025, segundo as diferentes projeções. A arrecadação de tributos promovida pela atividade na plataforma ficou entre 2,5 bilhões e 4,9 bilhões de reais.
Segundo a empresa, 68% dos empreendedores que utilizam a plataforma atingem público de forma orgânica, sem investimento em publicidade. A distribuição de conteúdo segue a lógica de interesse dos usuários, com foco na qualidade.
Análise técnica e perspectivas
Leonardo Lima, da LCA, afirma que a distribuição por interesse facilita a conexão entre microempreendedores e consumidores. Ele aponta que a arquitetura mobile-first reduz custos de aquisição de clientes.
Eric Brasil, também da LCA, ressalta que as plataformas digitais aceleraram a digitalização da economia brasileira. A simplificação de ferramentas digitais é vista como facilitadora para negócios regionais.
E-commerce regional ganha espaço
O estudo aponta crescimento expressivo da receita regional de e-commerce entre 2016 e 2024, com altas variáveis por região: Sul 425%, Nordeste 413%, Centro-Oeste 380%, Sudeste 326% e Norte 229%. A maior parte dos microempreendedores está fora dos grandes centros.
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