- Andrea Pitta fundou a Fibra.AG há cerca de onze anos, com clientes como Samsung, YouTube, Nestlé, Coca-Cola, TIM e Citroën, atuando no Brasil, Argentina e México.
- A essência da experiência de marca, segundo ela, é a conexão humana, não o espetáculo; apresenta o conceito de Cultura de Paz como base para equipes estáveis e decisões melhores.
- Na prática, a Fibra.AG privilegia liderança consciente, espaços de aprendizado e colaboração, buscando manter a excelência em projetos de alta complexidade sob pressão.
- A criação da Fibra One segue a mesma lógica, integrando ESG à operação e defendendo que as palavras do marketing correspondam à qualidade de posicionamento da empresa na sociedade.
- Andrea é uma mulher negra à frente de uma das principais agências de experiência do país e defende diversidade real, critando a visão de diversidade como pauta de ocasião.
Andrea Pitta, fundadora da Fibra.AG, aponta que experiências de marca relevantes nascem de conexão, não de espetáculo. Em 11 anos à frente da agência, ela tem conduzido uma visão de mercado centrada no humano e na sustentabilidade de negócios.
A Fibra.AG, criada por Pitta em São Paulo, já atende clientes como Samsung, YouTube, Nestlé, Coca-Cola, TIM e Citroën. A atuação da empresa vai além do Brasil, com presença na Argentina e no México, mantendo o foco em conexões consistentes entre marca e público.
Cultura de Paz como alicerce
Para a executiva, criatividade não acontece em ambientes adoecidos nem em estruturas marcadas por medo e desgaste. A saúde organizacional é entendida como sustentabilidade dos negócios, com equipes alinhadas a um propósito comum que favorece decisões e colaboração.
Essa abordagem se traduz em liderança consciente, espaços de aprendizado e cooperação no lugar de competição predatória. A ideia é que a performance seja impulsionada por um propósito compartilhado, gerando entusiasmo no time.
Proposta de valor da Fibra.AG
Pitta reforça que, no mercado de ações que buscam viralização, o essencial é criar memória, identificação e afeto. Tecnologia, impacto visual e escala são ferramentas, mas não o centro; o foco permanece no humano e na vida que se cria.
A criação da Fibra One segue a mesma linha, com a empresa buscando integrar princípios ESG na operação real, não apenas na narrativa. Para ela, marketing precisa refletir a qualidade do posicionamento social da empresa, começando pelas pessoas ao redor.
Diversidade e liderança
A executiva integra o grupo de mulheres negras à frente de grandes agências de experiência no país, posição que reconhece como exceção. A diversidade não deve ser tratada como tendência, mas como acesso real à transformação estrutural, evitando espaços de visibilidade sem poder.
O texto ressalta que o setor de brand experience passa por transformação: experiências vazias não têm mais espaço, e a conexão autêntica é o que permanece.
Paula Bezerra de Mello, empresária e estrategista de comunicação, é citada como referência de atuação integrada entre cultura, entretenimento, luxo e impacto social, com atuação entre Rio de Janeiro, Nova York e Miami.
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