- A Checker Finance captou US$ 8 milhões em rodada liderada por Galaxy Ventures, Al Mada Ventures e Framework Ventures, para ampliar sua rede de liquidez em stablecoins na América Latina.
- Investidores estratégicos incluem Bitso e Airtm; investidores-anjo envolvem ex-executivos da EBANX, Stripe, Remitly e Tala.
- No Brasil, a empresa viabiliza o cross-border de cripto do Braza Bank, emisso de BBRL, com uma das primeiras stablecoins lastreadas em real; na Argentina, o neobanco Belo é cliente.
- A Checker cresceu de zero a US$ 3 bilhões em volume processado em 12 meses e atende 30 instituições reguladas em 75 moedas, incluindo a Rail.
- A empresa opera sob o Banco Central do Brasil por PSAVs, é bidirecional (permite tomar e fornecer liquidez) e planeja ampliar pagamentos globais, embedded lending, IA para tesouraria e a expansão para Brasil e América Latina em 2026.
A Checker Finance captou US$ 8 milhões em rodada liderada por Galaxy Ventures, Al Mada Ventures e Framework Ventures. O fechamento visa expandir a rede de liquidez em stablecoins na América Latina, conectando bancos a liquidez, pagamentos internacionais e câmbio via uma única API.
Entre os investidores estratégicos estão Bitso e Airtm. Investidores-anjo incluem executivos da EBANX, Stripe, Remitly e Tala, ampliando a base de apoio ao crescimento da plataforma.
No Brasil, a companhia viabiliza o cross-border de cripto para o Braza Bank, emissor do BBRL, uma das primeiras stablecoins lastreadas no real. Na Argentina, o neobanco Belo atua como cliente. A quantidade de volumes procesados atingiu US$ 3 bilhões em 12 meses, com 30 instituições reguladas atendidas em 75 moedas.
Expansão e operação global
A Checker opera dentro do arcabouço do Banco Central do Brasil para pagamentos e transferências por PSAVs, conectando provedores de liquidez licenciados. A rede contempla câmbio, pagamentos cross-border e liquidez em cripto entre mercados emergentes, como Brasil-China e Brasil-Índia.
A empresa afirma ter diferenciação ao ser bidirecional, permitindo que bancos não apenas obtenham liquidez, mas também forneçam liquidez para outros mercados. A gestão disse que bancos com balanços robustos em reais podem atuar como provedores na região e tomar liquidez em outros países.
O plano com o financiamento inclui ampliar cobertura global de pagamentos, desenvolver capacidades de embedded lending e lançar ferramentas com IA para tesouraria. A expansão da atuação pelo Brasil e pela América Latina está prevista para 2026.
Entre na conversa da comunidade