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Disparidade salarial de gênero permanece em 20% no mundo

Disparidade salarial de gênero permanece em 20% no mundo, com maior impacto para mães, renda baixa e economia informal, segundo a Organização Internacional do Trabalho

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  • A disparidade salarial de gênero globalmente é de 20% para mulheres em empregos assalariados, segundo a Organização Internacional do Trabalho.
  • A diferença é mais acentuada entre mulheres com filhos, de baixa renda e que atuam na economia informal.
  • Mudanças no mundo do trabalho, com novas ocupações e avanços tecnológicos, podem ampliar as assimetrias existentes.
  • O tema ganhou espaço na agenda internacional, incluindo iniciativas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
  • A equidade no ambiente corporativo depende de transformações estruturais e de práticas organizacionais, até que a remuneração reflita o valor do trabalho realizado.

A Organização Internacional do Trabalho aponta que a diferença salarial global entre mulheres e homens permanece em cerca de 20% para trabalhadoras assalariadas. A disparidade é mais evidente entre mães, pessoas de baixa renda e trabalhadoras da economia informal.

Essas desigualdades acompanham as transformações do trabalho, com novas ocupações e avanços tecnológicos que podem ampliar assimetrias. A redução das diferenças salariais passa a ser vista como elemento essencial do crescimento econômico e social.

O tema ganhou espaço na agenda internacional, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que demandam ações coordenadas para enfrentar a desigualdade remuneratória.

Segundo a publicação de Quality Magazine, o protagonismo feminino no futuro das empresas depende de mudanças estruturais e de revisões nas práticas organizacionais, não apenas da ampliação da presença feminina.

A conclusão é de que a remuneração precisa refletir o valor do trabalho, sob risco de a desigualdade perdurar de forma silenciosa mesmo com maior participação feminina.

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