- Esther Alcocer Koplowitz, presidenta da FCC, recebeu o prêmio à trajetória na segunda edição dos prêmios da CNC, em Madrid.
- O evento reuniu cerca de 300 convidados, entre representantes do empresariado e da Administração, e a ministra Elma Saiz encerrou a solenidade.
- O presidente da CNC, Pedro Fernández Alén, pediu um mecanismo ágil de revisão de preços e criticou o uso excessivo de meios próprios pelas administrações.
- Fernández Alén ressaltou a necessidade de reformas estruturais na habitação, como o desbloqueio da lei do solo, para um pacto de Estado estável.
- También destacou a regularização de migrantes como medida para mitigar a escassez de mão de obra e mencionou o plano setorial de pensões da construção, com adesões significativas.
Esther Alcocer Koplowitz recebeu o prêmio à trajetória na segunda edição da gala da CNC, realizada no CaixaForum de Madrid. O evento reuniu cerca de 300 convidados, entre autoridades e empresários, com foco na construção e habitação. A premiação reconhece carreira e contribuição ao setor.
A homenageada, presidente da FCC, disse sentir imenso orgulho pelo reconhecimento e ressaltou a CNC como casa de quem constrói o futuro do país. Ela lembrou a influência de sua mãe e de Carlos Slim, atual acionista majoritário da FCC.
O ato contou com a participação de representantes do governo e da indústria, além da ministra Elma Saiz, que encerrou o evento e destacou apoio à regularização de migrantes como medida para o mercado de trabalho.
Discurso de Fernández Alén
O presidente da CNC abriu o discurso com referência a Blade Runner, ao mencionar que o encontro visa imaginar e construir um novo mundo. Ele defendeu um cenário em que a habitação seja menos prioridade, com infraestrutura moderna e resiliente.
Ele apontou incertezas da atual época e pediu políticas públicas que assegurem contratos estáveis, criticou mecanismos de revisão de preços lentos e o uso excessivo de recursos próprios pelas administrações. Também citou o plano setorial de pensões.
Encerramento e perspectivas
Durante a noite, o presidente destacou a regularização de migrantes como forma de reduzir a carência de mão de obra no setor, ressaltando o papel de empresas e governo em conjunto. A ministra agradeceu a participação e mencionou o plano de pensões como ferramenta de proteção social.
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