- O Ibovespa fechou perto de 174 mil pontos, menor nível desde janeiro.
- O movimento ocorreu em função do estresse nos juros globais, com alta dos rendimentos dos Treasuries.
- A aversão a risco pressionou o câmbio e os juros futuros, mantendo a queda da bolsa.
- O EWZ, principal fundo de índice de ações brasileiras negociado em Nova York, liderou as perdas entre emergentes e da América Latina.
O Ibovespa fechou em queda, atingindo o menor nível desde janeiro, diante de um cenário de estresse nos juros globais. A alta firme dos rendimentos dos Treasuries acelerou a aversão a risco, refletindo-se na bolsa brasileira nesta sessão.
No entorno, o dólar à vista avançou, acompanhado pela elevação dos juros futuros. Esses movimentos apontaram para uma recomposição de risco no mercado doméstico, com impactos diretos sobre o humor investidores locais.
O recuo da bolsa ficou evidente mesmo com o giro de investidores e com a pressão de ativos de risco. O principal índice de ações encerrou o dia próximo de 174 mil pontos, patamar que não era visto desde o começo de janeiro.
Entre os ativos, o EWZ, principal ETF que replica ações brasileiras negociadas em Nova York, registrou desempenho negativo, liderando as perdas entre fundos de índices de emergentes e da América Latina. A queda refletiu o pulso global sobre ações de mercados emergentes.
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