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Inflação no Reino Unido cai para 2,8% em abril

Inflação no Reino Unido cai para 2,8% em abril, puxada por habitação e energia; combustíveis mantêm alta anual de 23,0% e influenciam o cenário

Inflação britânica teve menor taxa desde março de 2025, com queda em energia e desaceleração em alimentos. Na imagem, Tower Bridge, em Londres
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  • Inflação ao consumidor do Reino Unido ficou em 2,8% em abril, ante 3,3% em março, menor patamar desde março de 2025.
  • Em abril, o CPI subiu 0,7% na comparação mensal, enquanto o CPIH caiu de 3,4% para 3,0% no mesmo período.
  • A maior contribuição para a queda veio de habitação e serviços domésticos, especialmente eletricidade e gás, com eletricidade caindo 8,4% no mês por mudanças no teto tarifário da Ofgem.
  • Alimentos e bebidas não alcoólicas também ajudaram, com inflação recuando de 3,7% para 3,0%.
  • Outros destaques: serviços desaceleraram de 4,5% para 3,2% e restaurantes e hotéis aceleraram de 4,0% para 4,4%, enquanto combustíveis seguiram com alta recente.

A inflação ao consumidor no Reino Unido caiu para 2,8% em abril, ante 3,3% em março, segundo o ONS. O recuo marca o menor patamar desde março de 2025 e vem em meio a quedas em habitação, energia e serviços domésticos.

Na base mensal, o CPI subiu 0,7% em abril. Em abril de 2025, a alta havia sido de 1,2%. O CPIH, indicador mais amplo que inclui custos de moradia, desacelerou de 3,4% para 3,0%.

Principais fatores da queda

A menor inflação foi puxada por habitação e serviços domésticos, especialmente eletricidade e gás. A taxa anual desse grupo caiu de 4,3% em março para 3,0% em abril, com queda de 8,4% nos preços da eletricidade no mês.

A inflação de alimentos e bebidas não alcoólicas recuou de 3,7% para 3,0%. A leitura ajuda a conter a pressão geral sobre os preços ao consumidor.

Demais componentes e impactos

Recreação e cultura recuaram de 2,8% para 1,7%, em parte pela composição de pacotes de viagem com o calendário de Páscoa. Serviços desaceleraram de 4,5% para 3,2%.

Bens passaram de alta de 2,1% para 2,4%, enquanto transportes permaneceram em 4,5% (abaixo de 4,7% em março). Restaurantes e hotéis aceleraram de 4,0% para 4,4%.

O recuo da inflação foi parcialmente compensado pela alta de combustíveis. A gasolina atingiu o valor mais alto desde novembro de 2022 e o diesel, desde julho de 2022, elevando o crescimento anual dos combustíveis a 23,0%.

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