- Lula lançou o Move Brasil, linha de crédito de até R$ 30 bilhões para motoristas de aplicativo e taxistas financiarem veículos, com prazo de até 72 meses.
- O programa será operado com apoio do BNDES e recursos públicos, visando renovar a frota, reduzir custos operacionais e ampliar o acesso ao crédito formal.
- Condições diferenciadas foram criadas para profissionais que utilizam o carro como instrumento de trabalho.
- A expectativa é de benefício para motoristas diante de custos com combustível, manutenção e juros, além de impactar o setor automotivo, o crédito e as concessionárias.
- Analistas destacam a mistura de política de renda, crédito direcionado e estímulo industrial, com uso de recursos do BNDES e do Tesouro e riscos fiscais e de inadimplência.
O presidente Lula lançou nesta terça-feira o Move Brasil, linha de crédito voltada a motoristas de aplicativo e taxistas para financiar veículos. O programa prevê até 30 bilhões de reais em crédito, com prazo de pagamento de até 72 meses.
A iniciativa busca facilitar a renovação da frota, reduzir custos operacionais e ampliar o acesso ao crédito formal para profissionais que utilizam o carro no trabalho. Lula disse que a categoria não será mais tratada como invisível, ao anunciar a medida.
A operação do Move Brasil ocorrerá com apoio do BNDES e uso de recursos públicos. Além do benefício direto aos motoristas, o programa impacta o setor automotivo, o mercado de crédito e as concessionárias envolvidas na cadeia de produção.
BNDES apoia o Move Brasil
O banco estatal será responsável pela implementação da linha de financiamento, alinhando recursos públicos com as condições oferecidas aos usuários. A parceria visa ampliar a oferta de crédito e facilitar a renovação de frota.
Analistas destacam que a medida combina componentes de renda, crédito direcionado e estímulo industrial. O governo avalia impactos sobre inadimplência, fiscalização regulatória e custos fiscais associados ao programa.
Desdobramentos e perspectivas
A expectativa é que a linha beneficie profissionais impactados pelo custo de combustível, manutenção e juros. A medida também provoca discussão sobre o papel do estado na regulamentação do setor de transporte por aplicativo.
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