- Contratos futuros de ouro com vencimento em junho encerraram em alta de 0,53%, cotados a US$ 4.535,3 por barril.
- A fala de o presidente dos EUA, Donald Trump, de que um acordo com o Irã estaria nos “estágios finais” ajudou a aliviar os preços do petróleo e os rendimentos dos Treasuries, dando suporte ao ouro.
- Mesmo com a recuperação, o metal permanece dentro de uma faixa, sob pressão de temores inflacionários e da incerteza sobre o fim da guerra.
- O mercado continua esperando uma política monetária mais restritiva por bancos centrais de nações desenvolvidas.
- A possibilidade de acordo renovou esperanças entre os agentes, embora haja histórico de frustrações desde o início do conflito, com risco de novas ofensivas caso o acordo não seja aceito.
O ouro encerrou em alta nesta quarta-feira, 20, retomando a tendência de valorização após abrir em queda. O movimento ocorreu após a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que as negociações com o Irã estariam nos estágios finais, o que ajudou a aliviar tensões no mercado.
Na Comex, a divisão de metais da Nymex, os contratos futuros de ouro com vencimento em junho subiram 0,53%, fechando em US$ 4.535,3 por barril. Apesar da recuperação, o metal permanece dentro de uma faixa de negociação restrita devido a temores inflacionários e à incerteza sobre o desfecho do conflito.
Analistas ressaltam que a melhora está associada a expectativas de solução diplomática, ainda que haja ressalvas quanto a possíveis ações militares. O mercado também acompanha expectativas de política monetária mais restritiva por bancos centrais de países desenvolvidos, exercendo pressão adicional sobre preços.
Perspectivas do mercado
A fala de Trump renovou a esperança de uma resolução pacífica, mas históricos episódios de impasses alimentam cautela entre investidores. Enquanto aguardam novos desdobramentos, agentes do mercado monitoram movimentos de renda fixa e de commodities, bem como as relações entre EUA e Irã.
Fonte: reportagem baseada em declarações públicas e dados de mercado de sexta-feira. Foto: Andreas Gebert/Bloomberg
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