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Tarja Oculta mira grupo suspeito de lavar R$ 338 milhões no Rio

Polícia Civil mira organização acusada de lavar dinheiro, que movimentou mais de R$ 338 milhões entre 2017 e 2022 no Rio de Janeiro

Dinheiro apreendido na Operação Tarja Oculta
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  • A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou a Operação Tarja Oculta para desarticular grupo suspeito de lavagem de dinheiro e de movimentar R$ 338 milhões entre 2017 e 2022.
  • Segundo as investigações, os líderes do grupo teriam movimentado mais de R$ 338 milhões no período.
  • A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em diversos endereços na cidade do Rio.
  • A operação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE) com apoio de outras unidades, do Ministério Público do Rio de Janeiro e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).
  • Não há informações sobre prisões até o momento e a investigação aponta o uso de empresas de fachada para ocultar a origem dos recursos.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta quarta-feira (20) a Operação Tarja Oculta, targeting um grupo suspeito de lavagem de dinheiro, estimada em R$ 338 milhões entre 2017 e 2022. A ação visa desmantelar uma organização criminosa que utilizava empresas de fachada para ocultar recursos ilícitos.

Segundo as investigações, os líderes do grupo movimentaram mais de R$ 338 milhões nesse período, por meio de uma rede de empresas de fachada e operações financeiras complexas. A operação envolveu cumprimento de mandados de busca e apreensão em vários endereços da cidade.

A ação é coordenada pela DRACO-IE, com apoio de outras unidades da Polícia Civil, do Ministério Público do Rio de Janeiro e do COAF. Ainda não foram divulgadas prisões ou detalhes adicionais sobre os suspeitos.

A investigação busca desarticular a estrutura criminosa e identificar os responsáveis pela lavagem de dinheiro, além de mapear a origem dos recursos e as operações realizadas. A polícia informou que novas informações serão divulgadas posteriormente.

Cooperação institucional e próximos passos

As apurações incluem acompanhamento do MP-RJ e do COAF, que colaboram na checagem de movimentações financeiras atípicas. A Polícia Civil permanece com as diligências para esclarecer o núcleo dirigente do grupo.

Fonte: Folhapress

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