- O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, afirmou que não gosta de liquidar bancos, mas no último ano treze instituições financeiras foram liquidadas por falta de alternativas.
- Ele participou pela manhã do Congresso Abipag.
- Liquidações costumam gerar comoção nacional, mesmo quando se trata de uma instituição de “terceira divisão”.
- A expressão foi usada pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para se referir ao conglomerado Master.
- O Banco Master era uma instituição S3 e detinha 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional.
O diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, afirmou nesta quinta-feira que não gosta de liquidar bancos, mas que, no último ano, 13 instituições foram liquidadas por falta de alternativas. A declaração ocorreu durante sua participação no Congresso Abipag.
Segundo ele, liquidações costumam gerar comoção nacional, mesmo quando envolvem instituições de menor porte. A expressão usada por Aquino funciona como referência para o setor financeiro brasileiro, similar a termos já empregados pelo BC em outras ocasiões.
Ele reforçou que as liquidações refletem situações de indisponibilidade de soluções adequadas para manter o funcionamento do sistema financeiro, especialmente diante do cenário de instabilidade de algumas entidades. A participação no evento visou esclarecer o processo regulatório.
Master: contexto
O Banco Master era classificado como instituição de “terceira divisão” e possuía 0,57% do ativo total do sistema e 0,55% das captações totais. O caso é citado pelo BC como exemplo de uma instituição cuja liquidação, embora isolada, teve impacto perceptível no mercado.
Ailton de Aquino pontuou que choques de liquidez e problemas de governança impactam a avaliação de risco de todo o setor, justificando a atuação regulatória mais rigorosa em casos como esse. Em atualização.
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