- Grupo Mateus passou por reorganização, demitindo cerca de 6,6 mil funcionários entre 2025 e o 1º semestre de 2026, equivalente a 13,9% do quadro total.
- A empresa encerrou atividades de 28 lojas no último ano, conforme balanço divulgado na primeira metade de maio.
- As demissões ocorreram em seis estados das regiões Norte e Nordeste: Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Pará, com ajustes operacionais para melhorar a eficiência.
- O grupo foi fundado por Ilson Mateus Rodrigues, que hoje tem 63 anos, começando em 1986 como mercearia em Balsas, no Maranhão.
- Atualmente, o Grupo Mateus ocupa a terceira posição no ranking da Associação Brasileira de Supermercados, ficando atrás apenas de Carrefour e Assaí Atacadista.
O Grupo Mateus anunciou uma reorganização de operações que resultou na demissão de cerca de 6,6 mil funcionários entre 2025 e o primeiro semestre de 2026. A medida corresponde a 13,9% do quadro, que caiu de 47,9 mil para 41,2 mil colaboradores. Além disso, houve o fechamento de 28 lojas no último ano, conforme balanço divulgado nas primeiras semanas de maio.
As demissões ocorreram em seis estados das regiões Norte e Nordeste: Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Pará. A empresa atribui as mudanças a ajustes operacionais para ampliar eficiência, com base em análises históricas e benchmarks internos.
Ilson Mateus Rodrigues, fundador do Grupo Mateus, tem 63 anos e conduziu a expansão do negócio, que começou em 1986 como uma mercearia em Balsas, Maranhão. A partir da compra de mercadorias a prazo para revenda a vista, o grupo evoluiu para um complexo com supermercados, atacado e hipermercados.
Contexto e impactos
O Grupo Mateus hoje ocupa a terceira posição no ranking da Abras, atrás apenas do Carrefour e do Assaí Atacadista. A reorganização visa ganhos de eficiência e competitividade no mercado varejista regional e nacional.
A companhia já teve crescendo expressivo desde a origem em Balsas, expandindo-se por estados nordestinos e consolidando presença no Brasil. A reestruturação reforça o foco em operações de maior escala e rentabilidade.
O balanço divulgado indica que, além das demissões, houve fechamento de lojas, refletindo a reorganização estratégica para 2025 e 2026. A empresa não informou novos investimentos ou planos de retomada agressiva de vagas.
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