- Um estudo global da IBM, o AI in Action 2024, mostrou que dois terços das empresas líderes tiveram aumento de receita superior a vinte e cinco por cento após adotarem IA em suas operações.
- A pesquisa, que envolveu duas mil organizações, aponta que oitenta e cinco por cento dos líderes têm um roadmap definido para adoção de IA e setenta e dois por cento há alinhamento entre a liderança executiva e o time de tecnologia.
- Casos de uso comuns incluem experiência do cliente, operações de tecnologia da informação, assistentes virtuais e cibersegurança.
- A eficiência da IA depende de dados bem estruturados e de governança de informações; dados desorganizados reduzem o impacto dos modelos.
- Desafios culturais e na mensuração de resultados ainda dificultam a adoção; a IA é vista como parceira do humano e diferencial estratégico.
A IA deixou de ser aposta futura e já influencia decisões, processos e competitividade de empresas brasileiras. Estudo global da IBM, AI in Action 2024, mostrou que dois terços das líderes registraram aumento de receita acima de 25% após incorporar IA. A pesquisa englobou 2.000 organizações.
Entre os resultados, 85% das lideranças têm roadmaps definidos para adoção de IA, e 72% mantêm alinhamento claro entre a direção executiva e o time de TI. Dados destacam que a IA já atua em várias frentes, não ficando restrita a projetos-piloto.
A transformação envolve análise preditiva, recomendações personalizadas, geração de conteúdo e otimização da logística. Também avança em detecção de fraudes e governança de dados, oferecendoInsights para decisões rápidas orientadas por dados.
Luiz Santos, empreendedor da Unnichat, plataforma de CRM e automação via API do WhatsApp, aponta exemplos de empresas que já tratam IA como componente essencial de crescimento. Para ele, usar IA com propósito compõe ganhos, redução de erros e maior escalabilidade.
O estudo ressalta que a base de dados bem estruturada e a governança da informação são fundamentais para a eficiência da IA. Sem clareza de propósito, investir em modelos complexos pode não trazer retorno.
Segundo a IBM, os casos de uso mais comuns entre organizações na vanguarda abrangem experiência do cliente, operações de TI, assistentes virtuais e cibersegurança. Esses usos confirmam a atuação da IA em múltiplas áreas.
Para Luiz Santos, a principal barreira é cultural, não tecnológica. Aponte que é preciso enxergar a IA como aliada do humano, liberando tempo para criação, inovação e resolução de problemas complexos.
A adoção eficaz depende de metas claras desde o início e acompanhamento contínuo. O relatório cita a necessidade de objetivos mensuráveis, como aumento de receita, redução de custos e melhoria de qualidade.
A IA se consolida como diferencial estratégico em um cenário de competição e inovação. Empresas que já adotaram IA de forma madura mostram transformação profunda de processos, cultura e modelo de negócio.
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