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PF desarticula esquema internacional de pirâmide no Rio e SP

PF deflagra operação contra esquema internacional de pirâmide; bloqueio de R$ 300 milhões e oito medidas cautelares no Rio de Janeiro, Macaé, São Paulo e São José dos Campos

Superintendência da Polícia Federal no Rio.
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Fortuito 4 contra uma organização criminosa de crimes financeiros e lavagem de dinheiro, com atuação no Brasil, na Ucrânia e no Japão.
  • Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e oito medidas cautelares no Rio de Janeiro (Barra da Tijuca, Campo Grande e Jacarepaguá), Macaé, São Paulo e São José dos Campos.
  • Os investigados são suspeitos de participação em um esquema de pirâmide internacional, com outros crimes como falsidade ideológica e porte ilegal de arma; há indícios de lavagem de dinheiro por meio de bens em nome de terceiros.
  • A Justiça determinou o bloqueio de 300 milhões de reais em bens do grupo, com sequestro de imóveis e embarcações.
  • A operação é conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, ligada à Polícia Federal, e segue desdobrando informações sobre organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira 21 a Operação Fortuito 4, voltada a um esquema internacional de pirâmade de dinheiro. A ação mira uma organização criminosa de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e oito medidas cautelares. As ordens ocorrem no Rio de Janeiro, Macaé, São Paulo e São José dos Campos.

No Rio, os endereços atingidos ficam na Barra da Tijuca, Campo Grande e Jacarepaguá. Em Macaé, São Paulo e São José dos Campos também houve diligências da PF.

Segundo a PF, o esquema atua como pirâmide global, com atuação confirmada no Brasil, na Ucrânia e no Japão. Investigações apontam também falsidade ideológica e porte ilegal de arma.

As diligências identificaram bens móveis e imóveis registrados em nome de terceiros, indicando prática de lavagem de dinheiro pelo grupo.

A Justiça determinou o bloqueio de 300 milhões de reais em bens do grupo investigado. Diversos imóveis, bens e embarcações foram sequestrados no âmbito da operação.

A ação é realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, a FICCO/RJ, integrada por policiais federais, militares e civis. As forças atuam de forma coordenada no estado.

A operação é um desdobramento da prisão em flagrante de uma mulher por posse ilegal de arma de fogo, ocorrida em maio de 2024, na Barra da Tijuca.

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