- Aegea deve voltar ao mercado para refinanciar parte de suas dívidas, mesmo após receber aporte de R$ 5 bilhões dos acionistas GIC e Itaúsa.
- O reforço tem efeito limitado na estrutura de capital, já que a empresa continua com dívida líquida de R$ 47 bilhões.
- No início do ano a Aegea abriu quatro captação que poderiam levantar R$ 1,5 bilhão, mas a piora das condições de mercado reduziu o ritmo.
- A companhia busca financiamento mais barato para disputar a Copasa, segunda maior empresa de saneamento do Brasil.
- Procurada pela VEJA, a Aegea não comentou.
Aegea Saneamento deve voltar ao mercado para refinanciar parte de suas dívidas, mesmo após receber aporte de 5 bilhões de reais dos seus principais acionistas. O reforço veio do fundo soberano de Singapura, o GIC, e da Itaúsa. A dívida líquida permanece em 47 bilhões.
No início do ano, a empresa chegou a planejar quatro captações que poderiam levantar até 1,5 bilhão. As condições de mercado mais fracas frearam as operações, e agora a expectativa é de obter financiamento mais barato.
A meta é disputada com players do setor de saneamento, incluindo a Copasa, considerada a segunda maior empresa do ramo no Brasil. Aegea preferiu não comentar o tema.
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