- A colheita de café do Brasil na temporada 2026/27 iniciou mais lenta, com 9% da produção estimada colhida até 20 de maio, ante 13% no ano anterior e 14% da média dos últimos cinco anos.
- A Safras & Mercado aponta um amadurecimento mais lento das lavouras e umidade nas regiões produtoras como fatores para o ritmo mais fraco, ainda que possa haver recorde produtivo no total.
- No caso do café canéfora (conilon/robusta), a colheita atingiu 13% da produção estimada, frente a 20% no ano passado e 22% da média de cinco anos, com Rondônia registrando avanço de cerca de 36% a 40% em algumas áreas.
- No Espírito Santo, maior produtor de canéfora, a colheita do conilon representa 10% do total esperado.
- Para o arábica, que é a maior parte da produção, a colheita chegou a 7%, abaixo de 9% em 2025 e também abaixo da média dos últimos cinco anos.
Na temporada 2026/27, o Brasil colhe café com ritmo mais lento no início. Dados da Safras & Mercado, publicados nesta sexta, apontam 9% da produção estimada já colhida, o que fica abaixo dos 13% de igual período de 2025 e da média de 5 anos, em 14%. Umas lavouras com maturação mais demorada ajudam a explicar o andamento.
A pesquisa aponta que o ritmo mais fraco pode variar por tipo de coffee. O país, maior produtor global, segue com coleções concentradas em lavouras canéfora (conilon/robusta) e arábica, com diferenças regionais. Rondônia mostra avanço, enquanto áreas como Espírito Santo apresentam números mais modestos.
Até 20 de maio, a colheita do conilon/robusta registrou 13% da produção estimada, frente a 20% no ano passado e 22% da média de cinco anos. Em Rondônia, o robusta já atinge média de 36%, chegando a 40% em algumas regiões.
No Espírito Santo, maior estado produtor de canéfora, a colheita do conilon está em 10% do total previsto. Já a colheita de arábica, responsável pela maior parte da produção, atingiu 7%, abaixo dos 9% de 2025 e da média histórica dos últimos cinco anos.
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