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Demanda por imóveis até 575 mil é maior fora de São Paulo, aponta ranking

IDI Brasil aponta Fortaleza, São Paulo, Curitiba, Goiânia e Recife como maiores demandas por imóveis de 115 mil a 575 mil, ampliando oportunidades para corretores que analisam dados

Fortaleza lidera o ranking nacional de demanda por imóveis econômicos, refletindo o crescimento urbano e o aquecimento do mercado imobiliário na capital cearense. (Foto: Divulgação)
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  • O levantamento do Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil) aponta maior procura por imóveis de até R$ 575 mil para famílias com renda entre R$ 2 mil e R$ 12 mil, no 4º trimestre de 2025.
  • Fortaleza lidera o ranking, com nota de atratividade muito alta (0,879).
  • São Paulo fica em segundo, com 0,850, seguido por Curitiba, com 0,846.
  • Goiânia aparece em quarto (0,776) e Recife fecha o top cinco (0,732).
  • Os dados indicam que o mercado econômico está bem distribuído pelo país, com oportunidades em capitais fora do eixo tradicional de investimentos.

Fortaleza, São Paulo, Curitiba, Goiânia e Recife aparecem no topo de um ranking que mede a demanda por imóveis de até R$ 575 mil. O levantamento, baseado no IDI Brasil, aponta maior interesse em unidades entre R$ 115 mil e R$ 575 mil para famílias com renda entre R$ 2 mil e R$ 12 mil. O clímax ocorre no 4º trimestre de 2025.

O estudo mostra que a procura não se restringe ao eixo tradicional de capitais, revelando oportunidades em diferentes regiões. Fortaleza lidera o ranking com nota de atratividade muito alta, seguida por São Paulo e Curitiba. Goiânia e Recife completam o top 5, mantendo ritmo de crescimento urbano.

A análise sugere que o desempenho reflete expansão econômica e novas oportunidades para profissionais do mercado. Especialistas destacam que o papel do corretor passa a exigir leitura de dados, leitura regional e visão de tendências, para orientar compradores e apoiar empreendimentos.

Ranking de demanda

Fortaleza aparece com 0,879, considerada atratividade muito alta. São Paulo soma 0,850, enquanto Curitiba registra 0,846. Goiânia tem 0,776 e Recife, 0,732. Na sequência, aparecem Maceió, Brasília, Salvador, Sorocaba e Rio de Janeiro.

Diogo Martins, CEO do IBREP, ressalta que a leitura de dados revela oportunidades reais para quem entende a dinâmica das cidades. O analista afirma que a valorização está conectada à geração de renda e à expansão urbana. A leitura de mercado favorece decisões de compra e venda.

Martins defende que o novo perfil do corretor envolve domínio de indicadores regionais e capacidade de antecipar movimentos de consumo. Nas aulas, a instituição enfatiza estudar comportamento das cidades e tendências, para orientar clientes e projetos.

Sobre o IBREP

Fundado em 2006, o Instituto Brasileiro de Educação Profissional é referência na formação de corretores. Com atuação em mais de 40 polos, o IBREP já capacitou milhares de profissionais para o mercado imobiliário. Em dez/2025 recebeu homologação do MEC para manter a primeira Escola Superior Imobiliária do Brasil, com início das graduações em 2026.

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