- O dólar fechou em R$ 5,0289, alta de 0,57%, e teve queda de 0,74% na semana.
- As negociações entre Estados Unidos e Irã influenciaram o mercado, com avanços parciais e discordâncias sobre questões nucleares.
- O Banco Central vendeu US$ 1 bilhão em dois leilões de linha e 50 mil contratos de swap cambial para rolar vencimentos.
- O índice do dólar subiu 0,09%, ficando em 99,289, diante de movimentos frente a uma cesta de seis moedas.
- Secretário de Estado dos EUA mencionou progresso nas negociações, enquanto o Irã manteve discussões com o Paquistão para buscar soluções, mantendo diferenças sobre urnano e o estreito de Ormuz.
O dólar fechou a sessão em alta, encerrando a sexta-feira com ganho de 0,57% a R$5,0289, mas registrou queda de 0,74% na semana. O movimento ocorreu em meio a negociações de paz entre EUA e Irã que geraram cautela e influenciaram o mercado cambial.
As conversas entre Washington e Teerã ainda apresentam divergências, especialmente sobre o estoque de urânio iraniano e o controle do estreito de Ormuz. À tarde, autoridades dos dois lados sinalizaram avanços, mas ressaltaram que há trabalho a ser feito.
O dólar permaneceu sustentado frente a moedas fortes, como o euro e o iene, e exibiu ganhos moderados ante some emergentes, incluindo o real. As variações ficaram contidas pela ausência de notícias de impacto sobre o conflito no Oriente Médio.
Pelo lado doméstico, o Banco Central atuou para rolar vencimentos e conter a volatilidade. Em dois leilões de linha, o BC vendeu US$ 1 bilhão em operações de compromissos de recompra. Também houve venda de 50 mil contratos de swap cambial tradicional.
Às 17h09, o índice do dólar, que acompanha a moeda em relação a seis divisas, operava em queda de 0,09%, aos 99,289 pontos, após alcançar máximas intraday acima de 0,65%.
No mercado à vista, a cotação atingiu mínima de R$4,9973 (-0,06%) por volta das 9h59, antes de subir para máxima de R$5,0328 (+0,65%), encerrando a sessão pouco abaixo desse nível.
As negociações entre EUA e Irã seguem como fator de peso para o humor de investidores, com pressões por soluções diplomáticas contrastando com tensões geopolíticas. Não houve definição sobre prazos ou novos acordos.
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