- Empresas estatais de óleo e gás controlam 55% da produção global e cerca de dois terços das reservas conhecidas.
- Não há, ainda, planos viáveis de transição energética entre essas companhias.
- Mesmo as líderes do processo adotam gestos discretos na transição.
- A transição deve levar em conta as características de cada país, vulnerabilidades e ritmos diferentes.
- O estudo aponta a necessidade de uma transição ordenada e justa envolvendo as grandes fornecedoras de fósseis.
As empresas estatais de petróleo e gás podem cumprir papel relevante na transição energética de forma ordenada e justa. Juntas, controlam 55% da produção global e cerca de dois terços das reservas conhecidas.
No entanto, o estudo aponta que essas companhias ainda não apresentam planos de transição viáveis. Mesmo as que avançam são modestas em seus passos, sem anunciar grandes mudanças de rumo.
A avaliação sugere que a transição deve respeitar as particularidades de cada país, suas vulnerabilidades e ritmos de implementação, evitando soluções únicas para todas as nações.
Desafios e caminhos
A pesquisa destaca a necessidade de estratégias estruturadas, com metas claras e participação de governos, empresas e sociedade. A adoção de transições mais transparentes é apontada como essencial para mitigar impactos econômicos.
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