- O Ibovespa abriu em queda nesta sexta-feira (22), recuando 0,68% aos 176.437 pontos às 10h08, após sair dos leilões em baixa.
- Petrobras cai mais de 1% na abertura; PRIO, PetroReconcavo e Brava Energia operam próximos da estabilidade ou em leve queda; Vale aponta queda próxima de 1%.
- Bancos mostram trajetória mista: Itaú Unibanco e Santander Brasil com leve pressão negativa; Banco do Brasil tenta manter estabilidade; setor de varejo com desempenho misto.
- Siderúrgicas oscilam: CSN e Usiminas sob leve alta, enquanto Gerdau e Metalúrgica Gerdau ficam próximas da estabilidade.
- Câmbio no radar: dólar comercial volta a subir, acima de R$ 5,00; PTAX parcial indica compra a R$ 4,9976 e venda a R$ 4,9982.
O Ibovespa abriu a sessão desta sexta-feira (22) em queda, pressionado principalmente por ações atreladas a commodities e pelo desempenho negativo de Petrobras e Vale. Às 10h08, o principal índice da B3 caía 0,68%, para 176.437 pontos, após sair dos leilões já em baixa consistente.
Commodities pesam sobre o Ibovespa
Petrobras recuava mais de 1% na abertura, puxando também empresas do setor. PRIO, PetroReconcavo e Brava Energia operavam perto da estabilidade ou em leve queda. A Vale apresentava queda próxima de 1% no início das negociações.
Bancos e varejo com comportamento misto
Os grandes bancos apresentavam desempenho variando entre leve pressão negativa, com Itaú Unibanco e Santander Brasil, e relativa estabilidade do Banco do Brasil. No varejo, Assaí e Grupo Mateus caíam, GPA subia marginalmente.
Destaques e setores específicos
Marfrig caiu mais de 3%, enquanto Hapvida e Azul operavam no vermelho. No setor siderúrgico, CSN e Usiminas apresentaram leve alta, com Gerdau e Metalúrgica Gerdau ao redor da estabilidade.
Câmbio e cenário externo
O dólar comercial voltava a subir, acima de R$ 5,00. A primeira prévia da PTAX divulgada pelo Banco Central apontou compra a R$ 4,9976 e venda a R$ 4,9982. Os investidores permaneciam cautelosos diante do cenário externo e do comportamento das commodities.
O início da sessão evidencia cautela no mercado local, com o Ibovespa mantendo pressão negativa nos primeiros negócios.
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