- Kevin Warsh tomou posse na tarde de sexta-feira, 22, como décimo sétimo presidente do Federal Reserve, substituindo Jerome Powell.
- A cerimônia ocorreu na Casa Branca; Warsh foi diretor do BC americano de 2006 a 2011.
- Em sua fala, Warsh disse que será mandato com energia e propósito, ressaltando que a inflação pode ficar mais baixa com o crescimento.
- O presidente Donald Trump pediu que o novo chair seja “totalmente” independente e afirmou que o crescimento não implica alta da inflação.
- Trump disse que o Fed deve reduzir o balanço patrimonial e ligou o desempenho das bolsas à posse de Warsh, mencionando ainda questões internacionais como o Irã.
Kevin Warsh tomou posse nesta sexta-feira, 22, como 17º presidente do Federal Reserve, substituindo Jerome Powell no comando. A cerimônia ocorreu na Casa Branca, com Warsh já tendo atuado no banco central entre 2006 e 2011.
Em seu discurso de posse, Warsh disse estar honrado em retornar ao serviço público. Ele afirmou que o Fed terá energia e propósito, destacando o objetivo de manter a inflação sob controle enquanto sustenta o crescimento.
Trump participa da cerimônia e destacou a independência do Fed, pedindo que o novo chair atue de forma autônoma. O republicano afirmou que o país pode crescer sem acelerar a inflação e citou reformas no equilíbrio financeiro.
Independência e reformas do Fed
Trump sugeriu que o Fed deve reduzir a influência de orientações futuras e retornar o foco à missão de estabilidade de preços e emprego. O presidente também mencionou que, segundo ele, o mercado acionário respondeu positivamente à posse de Warsh.
Além disso, o governador eleito destacou a necessidade de reformas institucionais e mencionou a possibilidade de reduzir o balanço patrimonial do Fed. Em paralelo, Trump comentou sobre a relação entre inflação, dívida pública e crescimento econômico.
O mandatário também associou o comportamento recente de índices de ações ao processo de posse de Warsh e reiterou que a inflação deve ser contida sem frear a grandeza econômica do país. Ele citou tarifas como instrumento para tratar a relação com o Irã.
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