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Império bilionário da moda vira cena de disputa familiar e acusação de homicídio

Disputa de herança envolve a Mango após a morte do fundador; o filho é acusado de homicídio e aguarda decisão judicial, enquanto a empresa registra recordes de vendas

Isabel Preysler e Isak Andic.
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  • Isak Andic, fundador da Mango, morreu em 14 de dezembro de 2024 ao cair de um precipício durante passeio na montanha; seu filho Jonathan é acusado de homicídio.
  • O caso envolve disputas familiares sobre a herança da fortuna da Mango, avaliada em US$ 4,5 bilhões, e a intenção de criar uma fundação solidária.
  • Jonathan, que já foi apontado como possível herdeiro, nega as acusações; a defesa busca o arquivamento do caso e a família mantém a esperança de sua inocência.
  • O tribunal apura conflitos entre pai e filho relacionados ao dinheiro, incluindo mudanças de comportamento de Jonathan após a leitura do testamento.
  • Em 2025, a Mango registrou recordes de vendas e lucros; a empresa distribuiu mais de US$ 239 milhões em dividendos aos filhos de Isak Andic.

Isak Andic, fundador da Mango, criou um império da moda a partir de blusas bordadas importadas da Turquia. O empresário morreu em 14 de dezembro de 2024, após cair de um precipício durante passeio com o filho Jonathan, em uma montanha. A acusação de homicídio envolve o herdeiro, que nega o crime.

Jonathan Andic é apontado pela acusação como responsável pela morte. A juíza aponta uma relação conflituosa entre pai e filho, marcada pela obsessão do filho com dinheiro. A defesa sustenta inocência e busca eventual arquivamento.

A Mango nasceu na Espanha, em Barcelona, a partir de compras de camisetas bordadas por um marinheiro turco. Isak Andic expandiu o negócio com lojas próprias e franquias. Hoje, a marca atua em 120 países e emprega mais de 16 mil pessoas.

Ao longo dos anos, o grupo manteve-se familiar. Isak orientou a empresa até 2012, quando Jonathan passou a liderar a linha masculina e, posteriormente, ficou à frente da gestão. Crises financeiras moldaram a trajetória da empresa.

O processo envolvendo Jonathan inclui acusações após o falecimento do pai. A família nega o homicídio e busca que o caso seja arquivado. O advogado de Jonathan afirma que não houve crime e que o jovem cooperará com as autoridades.

Contexto financeiro: a Mango teve recordes de vendas e lucros em 2025, distribuindo dividendos aos herdeiros. A juíza ordenou prudências, como fiança de 1 milhão de euros, retorno semanal ao tribunal e retenção do passaporte. O desfecho ficará a cargo da Justiça.

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