- Condições macroeconômicas, como guerra no Irã, políticas de imigração dos EUA, volatilidade dos preços de energia e incertezas econômicas, afetam planos de viagem em 2026.
- Pesquisa da Bloomberg Intelligence mostra resiliência no gasto discricionário, pelo menos por enquanto, mesmo com mudanças nas preferências de investimento em turismo.
- Pode haver ressalvas em segmentos como companhias aéreas, jogos, hotéis e outras atividades de lazer.
- Analista sênior de crédito da Bloomberg Intelligence, Jody Lurie, discutiu o panorama com Christina Ruffini e David Gura no Bloomberg This Weekend.
- A pauta aborda o que esperar para o restante do ano em viagens entre Reino Unido e Estados Unidos.
O aumento da volatilidade nos preços de energia, a guerra no Irã e as políticas de imigração da administração Trump impactam as decisões de viagem de consumidores em 2026. Dados de uma pesquisa proprietária da BI indicam, porém, resiliência no gasto discricionário, pelo menos por ora.
Segundo analistas, há mudança nas preferências de como o público planeja gastar em viagens e lazer. Mesmo com incertezas econômicas, o comportamento de consumo tem se mantido firme em alguns segmentos.
A pesquisa aponta que setores como companhias aéreas, jogos, hotéis e lazer podem enfrentar caveats, apesar da robustez observada. Analistas destacam a necessidade de monitorar fatores macro e geopolíticos.
Contexto de mercado e perspectivas
Jody Lurie, Analista Sênior de Crédito da Bloomberg Intelligence, comenta com a equipe do Bloomberg This Weekend sobre o restante do ano para viagens no Reino Unido e nos EUA. A publicação enfatiza a relevância de cenários de crédito e demanda.
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