- Goldman Sachs afirma que a próxima fase da corrida pela IA pode depender de energia, não apenas de potência de processamento.
- O banco aponta que a energia elétrica e as redes ópticas são os novos gargalos da infraestrutura necessária para IA.
- Segundo a análise, o consumo de energia e a capacidade das redes podem limitar a expansão de grandes modelos e serviços de IA.
- Publicado em 23 de maio de 2026, pela repórter Tamires Vitorio, no portal Exame.
O Goldman Sachs afirma que a próxima corrida na inteligência artificial pode ser travada pela energia. Segundo analistas do banco, a disponibilidade de energia elétrica e a capacidade das redes ópticas podem se tornar gargalos críticos para a expansão de infraestrutura de IA.
A avaliação destaca que data centers, alimentados por energia confiável, exigem força elétrica estável e redes de alto desempenho para suportar cargas de computação intensivas. O tema sugere que avanços tecnológicos por si só não definem o ritmo, mas a infraestrutura energética sim.
Quando o tema ganha relevância? Em meio ao crescimento de sistemas de IA cada vez mais exigentes, a capacidade de suprir energia de forma eficiente passa a ser fator decisivo para expansão de centros de dados. A análise enfatiza a necessidade de investimentos.
Onde essa ideia se aplica? Globalmente, com foco em regiões de alto consumo de energia e em hubs de computação na nuvem. A pesquisa do Goldman Sachs aponta que gargalos de energia podem atrasar ou encarecer a implementação de novas arquiteturas de IA.
Por que isso importa? O custo e a disponibilidade de energia influenciam o custo por operação dos modelos de IA e a velocidade de treinamento. A infraestrutura robusta é vista como elemento determinante para manter o avanço tecnológico.
Entre na conversa da comunidade