- 91% dos entrevistados sentem necessidade de aprender mais sobre finanças, e menos de 30% afirmam ter vida financeira organizada; apenas 23% conseguem guardar dinheiro regularmente.
- As dificuldades variam por classe social: C e D priorizam despesas básicas, enquanto A e B lidam com manutenção do padrão de vida e financiamentos de longo prazo.
- Principais desafios: dificuldade para criar reserva financeira, dependência de crédito em momentos de aperto, falta de previsibilidade de gastos, pressão para manter o consumo, baixa capacidade de planejamento de longo prazo e sensação de insegurança financeira.
- Sobre educação financeira: 6 em cada 10 acreditam que aprender mais sobre finanças ajudaria; 86% defendem a criação de reserva de emergência antes de investir; 54% veem investimentos como algo distante da realidade.
- Em relação ao crédito: 50% já tiveram crédito negado sem compreender o motivo; 63% dizem que aprender estratégias para aumentar limite e melhorar o perfil financeiro ajudaria. O Inter oferece ferramentas como Meu Crédito para apoiar esse acompanhamento.
A pesquisa Acrobacia Financeira, encomendada pelo Inter e conduzida pela Consumoteca, revela que a maioria dos brasileiros ainda vive com dificuldades para poupar, planejar e enfrentar imprevistos. O estudo aponta que improvisação virou rotina para grande parte da população, independentemente da renda. O levantamento também destaca que 91% dos entrevistados desejam aprender mais sobre finanças, enquanto menos de 30% consideram sua vida financeira organizada.
Em geral, a falta de planejamento e educação financeira atrapalha decisões de longo prazo. Apenas 23% dos participantes conseguem poupar de forma regular, o que evidencia baixa capacidade de transformar renda em estabilidade. Os dados indicam ainda vulnerabilidade econômica frente a choques financeiros, com impactos iguais entre faixas de renda.
Desafios por classe econômica
Entre as classes C e D, o foco está em cobrir despesas básicas como alimentação, moradia e contas essenciais. Nas classes A e B, a preocupação recai sobre manter o padrão de vida e arcar com financiamentos de longo prazo. Principais dificuldades: reserva financeira inexistente, dependência de crédito, imprevisibilidade de gastos, pressão de consumo, planejamento de longo prazo fraco e sensação de insegurança financeira.
Educação financeira e comportamento
A maioria reconhece que entender melhor de finanças pode melhorar a organização das contas. Dados mostram que 60% acreditam que aprender sobre dinheiro ajuda a resolver problemas financeiros, 86% defendem a criação de reserva de emergência antes de investir, e 54% veem investimentos como realidade distante. O cenário sugere ainda resistência a investir, associada à falta de renda disponível e à visão de que educação financeira é privilégio de quem já tem dinheiro.
Crédito e percepção de insegurança
Sobre crédito, metade dos entrevistados já teve crédito negado sem entender o motivo, e 63% diz acreditar que aprender estratégias para ampliar o limite e melhorar o perfil financeiro ajudaria na relação com bancos. O Inter, com mais de 41 milhões de clientes, vem ampliando soluções de educação financeira no Super App, incluindo ferramentas de monitoramento de crédito e orientações personalizadas.
A pesquisa aponta que o brasileiro tem interesse em aprender sobre dinheiro, mas encontra barreiras para aplicar esse conhecimento na prática. Com informações, planejamento e ferramentas simples de controle, é possível migrar do improviso a decisões mais conscientes a médio e longo prazos.
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