- O Ibovespa atingiu 198.657 pontos em 14 de abril de 2026 e caiu 11,30% até 22 de maio.
- Um levantamento da Elos Ayta identificou 23 ações com quedas superiores a 20% em pouco mais de um mês.
- O recuo mostra maior pressão sobre empresas sensíveis ao ciclo doméstico, custo de capital e percepção de risco econômico.
- O setor de incorporação imobiliária foi o mais afetado, com cinco ações entre as maiores quedas.
- A maior perda entre as ações foi a de BHIA3, que caiu 51,88% entre 14 de abril e 22 de maio.
Desde a máxima histórica do Ibovespa, registrado aos 198.657 pontos em 14 de abril de 2026, o índice recuou 11,30% até o fechamento da última sexta-feira (22). No entanto, para parte das ações da bolsa, a queda foi ainda mais acentuada, com 23 ativos apresentando perdas superiores a 20% em pouco mais de um mês.
A análise é da Elos Ayta, que levantou dados das carteiras Ibovespa, Small Caps e IDIV (índice de dividendos). O estudo aponta que o recuo é concentrado em empresas mais sensíveis ao ciclo doméstico, ao custo de capital e à percepção de risco econômico. Entre os setores, o imobiliário pesado teve maior impacto, com cinco ações entre as maiores quedas.
Maiores quedas e setores impactados
Entre as ações, a maior perda ficou com a Casas Bahia (BHIA3), que caiu 51,88% no período entre 14 de abril e 22 de maio. A consultoria destaca que, mesmo com a correção recente, parte das empresas ainda mantém desempenho positivo no acumulado de 2026.
O levantamento mostra ainda que o recuo afetou companhias vinculadas ao ciclo doméstico e ao custo de capital, refletindo a leitura do mercado sobre o cenário econômico. A Elos Ayta ressalta que, apesar da volatilidade, algumas empresas registraram avanços em outros indicadores ao longo do ano.
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