- Argentina e Uruguai esgotaram, no primeiro mês de vigência do acordo Mercosul‑UE, as cotas isentas de tarifas para arroz e ovos, usando o critério FIFO (primeiro a exportar).
- A cota anual de arroz de 6.667 toneladas destinada ao bloco para 2026 foi totalmente preenchida.
- Uruguai exportou cerca de 63% do total da cota de arroz, com a Argentina completando o restante.
- Para ovos, a Argentina informou ter assegurado 100% da cota com preferência tarifária para o mercado europeu, além de participação expressiva no mercado de mel.
- O desempenho foi impulsionado pela nova guia digital da Janela Única de Comércio Exterior (VUCE) da Argentina, lançada em 3 de maio.
O acordo Mercosul-UE já mostra impactos práticos neste primeiro mês de vigência. Argentina e Uruguai esgotaram as cotas isentas de tarifas para arroz e ovos, usando o critério FIFO, que premia quem exporta primeiro.
A disputa interna entre os países do bloco ficou evidente pela divisão das cotas. Enquanto o FIFO facilitou o esgoto, a divisão ainda não está definida de forma consensual entre as partes.
Além disso, o Brasil acompanha o desfecho e avalia o impacto sobre setores produtores. O esgotamento reforça a necessidade de ajustes na distribuição interna das cotas.
Situação das cotas
A cota anual de arroz para 2026, de 6.667 toneladas, foi preenchida integralmente no primeiro mês. Uruguai pode ter capturado 63% do total; o restante ficou com a Argentina.
No segmento de ovos, produtores argentinos asseguraram 100% da cota com preferência tarifária para o mercado europeu, além de participação relevante no setor de mel.
A agilidade da nova guia digital da Janela Única de Comércio Exterior (VUCE), lançada em 3 de maio, foi citada como fator para o desempenho argentino.
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