- O Brasil respondeu por 39% da produção de petróleo da América Latina em janeiro de 2026, a maior participação da região.
- A produção de petróleo brasileira somou 361 milhões de barris no mês, com alta de 11% em relação a janeiro de 2025.
- México ficou em segundo na região, com 18% da produção regional de petróleo; Venezuela teve 13%.
- Na produção de gás natural, a região somou 28 bilhões de m³ em janeiro de 2026, alta de 27% frente janeiro de 2025, com Argentina liderando em 21%.
- Trindade e Tobago ficou em segundo no gás (20%), e o Brasil ficou em terceiro, com 13%.
O Brasil respondeu por 39% da produção de petróleo na América Latina em janeiro de 2026, o maior da região, segundo a Olade. O país também ficou em 3º lugar na produção de gás natural no mesmo mês, atrás de Argentina e Trinidad e Tobago.
A produção regional de petróleo somou 361 milhões de barris em janeiro, alta de 11% frente igual mês de 2025. Em relação a dezembro, houve aumento discreto, impulsionado pela atividade offshore associada a campos em águas profundas.
Entre os produtores, o México ficou em 2º lugar na região, com 18% da oferta, e a Venezuela foi 3ª com 13%. Argentina e a Guiana aparecem logo atrás, enquanto Colômbia, Equador e outros respondem por parcelas menores.
No setor de gás natural, a América Latina somou 28 bilhões de metros cúbicos em janeiro de 2026, alta de 27% ante janeiro de 2025 e 22% versus dezembro anterior. A Argentina liderou a produção com 21% do total regional.
Trinidad e Tobago ficou em 2º lugar no gás na região, com 20%, e o Brasil ficou em 3º, com 13%, sustentado principalmente pela produção offshore ligada a campos na costa. Dados ajudam a entender o dinamismo do setor na região.
Desempenho regional é influenciado por descobertas recentes em blocos offshore, especialmente na Guiana, Guiana Francesa e Suriname, que reforçam o potencial da área próxima à Margem Equatorial brasileira. A indústria observa o efeito dessas descobertas sobre o Brasil.
A Olade destaca que, apesar do aumento regional, a Venezuela mantém a maior reserva estimada de petróleo do mundo, mas enfrenta gargalos de infraestrutura, investimento e sanções que limitam a produção. O país figura atrás de Brasil e México na prática produtiva.
O estudo cita ainda que a produção brasileira segue observada com foco na evolução geológica da Bacia da Foz do Amazonas, similar às de vizinhos como Guiana e Suriname, o que pode influenciar planos de exploração futuros.
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