- O Distrito Federal arrecadou R$ 1,017 bilhão na primeira fase da securitização da dívida ativa, parte do esforço para cobrir o rombo do BRB, mas ainda não levantou recursos suficientes para salvar o banco.
- O governo queria aportar no BRB até sexta-feira, 29 de maio, e busca um empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Créditos; Lula não garantiu apoio do Tesouro até o momento.
- O secretário de Economia, Valdivino de Oliveira, afirmou que há avanços e outras alternativas em curso; o prazo está encaminhado, mas o cronograma legal é contestado pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
- O BRB já recebeu cerca de R$ 1 bilhão com a venda de ativos do Banco Master para a gestora Quadra Capital, em uma carteira total de R$ 15 bilhões, ajudando a estancar a crise de liquidez.
- A securitização arrecadada via BTG deve somar R$ 4 bilhões até o fim da semana; o dinheiro pode, por lei, ir a áreas prioritárias, mas também pode movimentar a liquidez do BRB antes de ser gasto pelo DF.
O governo do Distrito Federal arrecadou 1,017 bilhão na primeira fase do programa de securitização da dívida ativa. A medida faz parte do plano para cobrir o rombo do Banco Master no BRB.
A operação busca fontes para salvar o BRB, ainda sem recurso suficiente. O governo estuda um empréstimo de 6,6 bilhões junto ao FGC, sem resposta do governo federal até o momento.
Valdivino de Oliveira, secretário de Economia, afirmou que o processo avança e que o prazo está bem encaminhado. Não houve confirmação sobre data definitiva, apenas avanços conforme o cronograma.
A venda de ativos do BRB, estruturada pela Quadra Capital, já rendeu 1 bilhão. A carteira total soma 15 bilhões e ajudou a estabilizar a liquidez do banco.
Progresso da securitização e próximos passos
O governo espera somar 4 bilhões até o fim da semana com a venda de parte da dívida ativa do DF. O dinheiro pode ser usado para liquidez do BRB, dentro das regras legais da securitização.
Por lei, os recursos só podem ir para áreas obrigatórias, como saúde, educação, previdência e investimentos. Mesmo assim, há possibilidade de uso temporário para apoiar o BRB.
O BRB ainda depende de financiamento externo para cobrir o rombo. Se não obtiver o FGC ou outros bancos, a securitização pode cumprir função contábil para o patrimônio do BRB, segundo Oliveira.
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