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Empresários do RJ enfrentam custo extra de R$ 274,8 bi por problemas estruturais

Estudo da Firjan aponta entraves estruturais no RJ que custam R$ 274,8 bilhões/ano aos empresários, destacando tributos e regulação como principais custos

— Foto: Pixabay
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  • Estudo da Firjan intitulado “Custo Rio – O Desafio da Competitividade Fluminense” aponta custo adicional de R$ 274,8 bilhões por ano para a indústria do Rio de Janeiro, em relação aos empresários dos países da OCDE.
  • Entre os componentes, o custo com tributação representa o maior impacto: R$ 93,1 bilhões ao ano.
  • Ambiente jurídico-regulatório agrega R$ 42,8 bilhões ao ano, em comparação com a média da OCDE.
  • Infraestrutura tem custo adicional de R$ 40,6 bilhões por ano; capital humano, R$ 35,3 bilhões.
  • Financiamento (inclui spread da dívida) acrescenta R$ 31,9 bilhões; segurança pública, R$ 31,1 bilhões.
  • O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, destacou o potencial de longo prazo e mencionou estudo anterior sobre investimentos que aponta R$ 526 bilhões para os próximos três anos no estado.

O estudo “Custo Rio – O Desafio da Competitividade Fluminense”, divulgado pela Firjan nesta segunda-feira (25), aponta que entraves estruturais no Rio de Janeiro elevam em cerca de R$ 274,8 bilhões o custo anual para a indústria estadual, em relação à média de países da OCDE.

Os dados mostram que a tributação representa a maior fatia desse custo extra, com R$ 93,1 bilhões por ano. Em seguida, aparecem os gastos no eixo ambiente jurídico-regulatório, infraestrutura e capital humano, com R$ 42,8 bilhões, R$ 40,6 bilhões e R$ 35,3 bilhões, respectivamente.

O estudo compara o Rio com economias da OCDE, destacando dificuldades de regulação, de inovação, de financiamento e de segurança pública como fatores de elevação de custos para empresas fluminenses. O objetivo é mapear gargalos para ampliar a competitividade.

O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, ressaltou a expectativa de potencial de longo prazo mesmo diante dos entraves. Entre os setores com maior recente foco, estão óleo e gás e infraestrutura logística. Ele citou um estudo anterior que aponta R$ 526 bilhões em investimentos previstos para os próximos três anos no estado.

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