Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

ETFs de ouro e tecnologia de defesa chegam à bolsa

BDRs de ETFs da Global X chegam à B3: GOEX39 (ouro) e SHLD39 (defesa), com custos anuais de 0,65% e 0,50%, respectivamente

ETFs de empresas de exploração de ouro e tecnologia de defesa chegam à bolsa — Foto: Getty Images
0:00
Carregando...
0:00
  • O GOEX39, novo BDR da Global X, oferece acesso a empresas que exploram ouro, com carteira de vinte e cinco a cinquenta emissores estrangeiros, liderada por Coeur Mining, Hecla Mining e Alamos Gold, com custo total de sete décimos de por cento ao ano.
  • O SHLD39, também da Global X, investe em tecnologia de defesa, reunindo quarenta e nove empresas globais, com destaque para Lockheed Martin, RTX e General Dynamics, e custo total de cinquenta por cento ao ano.
  • GOEX39 passa a ser negociado nesta segunda-feira, vinte e cinco, em meio a demanda global por diversificação e proteção, com o ouro atingindo máximas históricas nos últimos anos.
  • SHLD39 começa a negociar nesta quarta-feira, vinte e sete, acompanhando o crescimento dos gastos militares no mundo, que somaram US$ 2,7 trilhões em 2024.
  • Segundo a Global X, os dois BDRs são voltados a investidores de longo prazo, com riscos típicos de investimentos em renda variável.

A Globally X lançou dois novos BDRs na B3: GOEX39, exposure para empresas de exploração de ouro, e SHLD39, voltado a firmas de tecnologia de defesa. Os recibos representam ETFs negociados em bolsa no exterior e chegam ao mercado brasileiro nesta semana.

GOEX39 inicia negociações nesta segunda-feira, 25 de maio. A carteira reúne 25 a 50 companhias externas envolvidas com exploração ou produção de ouro, com foco em Canadá, Estados Unidos e Austrália. O custo total para o investidor é de 0,65% ao ano.

SHLD39 começa a ser negociado na quarta-feira, 27 de maio. O ETF acompanha o Global X Defense Tech Index, com empresas cuja receita vem majoritariamente de tecnologia de defesa, como aeronaves, drones e satélites. A carteira soma 49 empresas, majoritariamente dos EUA, e taxa de administração de 0,50%.

Entre as maiores posições de GOEX39, destacam-se Coeur Mining, Hecla Mining e Alamos Gold, com participações que variam de 4% a 7%. A maior parte das holdings está no Canadá (cerca de 60%), seguida pelos EUA (20%) e pela Austrália (10%).

Para SHLD39, as distribuições mais relevantes estão na Lockheed Martin, RTX e General Dynamics, com peso de até 8% para as primeiras posições. A maior concentração também ocorre nos Estados Unidos, representando aproximadamente 58% da carteira.

Segundo especialistas da Global X, os dois BDRs visam investidores com visão de longo prazo. Enquanto GOEX39 expõe o investidor a empresas ligadas ao ouro, SHLD39 foca em tecnologia de defesa, com possibilidades de diversificação de risco em cenários geopolíticos.

Ambos os produtos são indicados para quem busca diversificação adicional na carteira, mantendo o perfil de renda variável e os riscos inerentes a ativos externos. O mercado acompanha a evolução de demanda por proteção e exposição setorial.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais