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Hermes Klann defende renegociação de dívidas rurais

Senador defende renegociação de dívidas rurais com linha emergencial financiada pelo Fundo Social para produtores afetados por crises climáticas, até 31 de dezembro de 2025

À tribuna, em discurso, senador Hermes Klann (PL-SC).
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  • Hermes Klann defende a aprovação do projeto de lei 5.122/2023, que cria mecanismos para renegociação de dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos extremos.
  • O projeto prevê uso do Fundo Social para viabilizar uma linha de financiamento destinada à quitação de débitos da atividade rural, com condições emergenciais de crédito e comprovação de perdas, incluindo operações contratadas até 31 de dezembro de 2025.
  • O senador afirma que a medida é essencial para recuperação econômica, evitar o abandono da atividade, preservar empregos e reduzir os impactos da crise no campo.
  • A crise financeira no campo afeta economias locais, cooperativas, empregos e arrecadação municipal, e o crédito rural é visto como política pública estratégica para segurança alimentar e desenvolvimento regional.
  • Klann ressalta que o produtor investe e assume riscos antes de colher, destacando que o crédito rural não pode ser tratado apenas como operação bancária, mas como ferramenta de política pública.

Em pronunciamento no Plenário do Senado, nesta segunda-feira (25), o senador Hermes Klann (PL-SC) defendeu a aprovação do PL 5.122/2023, que cria mecanismos para renegociação de dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos extremos.

Segundo Klann, a crise no setor é marcada por aumento de custos, restrição de crédito e perdas de safra, o que coloca cooperativas e produtores sob forte pressão financeira. O projeto busca aliviar esse cenário.

O texto propõe usar o Fundo Social para viabilizar uma linha de financiamento destinada à quitação de débitos da atividade rural. A proposta define condições emergenciais de crédito e critérios de comprovação de perdas climáticas, abrangendo operações contratadas até dezembro de 2025.

Para o senador, a medida é essencial para a recuperação econômica, a preservação de empregos e a redução dos impactos da crise no campo. A ampliação do prazo para 2025 é destacada como fator crucial diante da continuidade dos desafios.

Klann ressaltou que a crise financeira no campo impacta economias locais, cooperativas e a arrecadação municipal, indo além do caso individual. O crédito rural é defendido como política pública estratégica de segurança alimentar.

Ele ainda explicou que o produtor antecipa investimentos, assume riscos e movimenta a economia sem garantia de retorno imediato, evidenciando que o crédito rural não é apenas operação bancária.

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