Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Impactos climáticos atingem o sistema financeiro pelo agro

BC associa impactos climáticos a parte relevante da inadimplência no crédito rural, evidenciando o elo entre clima e sistema financeiro

Eventos climáticos extremos continuaram afetando operações de crédito rural em 2025 e provocaram aumento da inadimplência no setor agropecuário
0:00
Carregando...
0:00
  • O Banco Central afirmou que eventos climáticos extremos seguem impactando o crédito rural e elevam a inadimplência no setor agropecuário em 2025.
  • O Relatório de Estabilidade Financeira aponta que o risco de crédito ligado ao agronegócio é o principal canal de transmissão dos impactos climáticos ao sistema financeiro nacional.
  • No ano, tempestades no Sul, temporais no interior de São Paulo, enchentes e seca foram citados como exemplos de eventos extremos.
  • O BC destaca que o uso de aprendizados de 2024 ajudou instituições a aprimorar mecanismos de gerenciamento de risco climático, embora o quadro ainda persista.
  • Apesar da deterioração, o BC informa que o percentual de instituições que sofreram impactos em carteiras caiu de 44% para 21%, mas não é possível atribuir a inadimplência apenas aos eventos climáticos.

O Banco Central do Brasil afirma que os impactos climáticos chegam ao sistema financeiro principalmente por meio do crédito rural. Eventos extremos influenciam a inadimplência no setor agropecuário em 2025, segundo o Relatório de Estabilidade Financeira (REF) divulgado nesta segunda-feira (25).

Segundo a autoridade monetária, os efeitos do clima continuam afetando operações de crédito rural. A instituição destaca que o risco está concentrado na agropecuária e na indústria, com destaque para o segmento extrativista, em nível de risco alto em todas as 122 atividades sob o prisma climático.

O REF aponta que tempestades no Sul, temporais no interior de São Paulo, enchentes e seca configuram os extremos observados em 2025. Algumas instituições utilizaram a experiência de 2024 para aprimorar mecanismos de gestão de risco climático.

A avaliação do BC mostra redução no total de instituições que relataram impactos negativos em carteiras por condições climáticas adversas, passando de 44% para 21% entre pesquisas anteriores e 2026. Ainda assim, o risco de crédito permanece como principal canal de transmissão dos impactos climáticos ao SFN.

O documento ressalta que a inadimplência no agronegócio envolve múltiplos fatores e não é possível mensurar quanto é devido exclusivamente aos eventos climáticos, reforçando a complexidade da relação entre clima e crédito rural.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais