- Especialista da PSMR aponta que há uma segunda onda de modernização na iluminação, ligada à eficiência energética, redução de custos e ganho de competitividade nas indústrias.
- Luminárias LED de alta performance entregam o mesmo fluxo luminoso com menos potência, o que resulta em menor consumo. Como exemplo, 100 luminárias de 150 W passam a 75 W sem reduzir a iluminação.
- Dados do Departamento de Energia dos Estados Unidos indicam que soluções modernas podem ser até 75% mais eficientes que as tecnologias anteriores.
- No Brasil, o setor movimenta cerca de R$ 7 bilhões por ano, com crescimento impulsionado pela substituição de sistemas ineficientes em projetos industriais e logísticos; globalmente, o mercado deve superar US$ 272 bilhões até 2032.
- Durabilidade superior a 50 mil horas e uso de materiais como silício e terras raras ajudam na eficiência; planejamento com simulações luminotécnicas evita subiluminação ou excesso de luminárias.
No atual cenário econômico, a eficiência energética deixou de ser apenas pauta de sustentabilidade. Ela já é essencial para a saúde financeira das indústrias e pode impactar a competitividade ao influenciar o preço final ao consumidor.
A PSMR, empresa de materiais elétricos, aponta uma segunda onda de modernização na iluminação. Soluções de alta performance prometem reduzir gastos operacionais sem alterar processos produtivos, segundo o engenheiro eletricista Andrey Nikollas Bucko.
A evolução ocorre graças a avanços em eletrônica e semicondutores, que permitem LED com eficiência térmica superior. Com isso, o consumo pode cair significativamente mantendo o mesmo fluxo luminoso.
Essa modernização é apresentada como uma das formas mais rápidas de reduzir custos sem mudar a linha de produção. Dados do DOE indicam que iluminações modernas podem chegar a 75% de eficiência a mais frente a tecnologias antigas.
Economia prática
Em um galpão com 100 luminárias de 150 W, operando 12 horas/dia, o consumo anual seria de cerca de 65.700 kWh. Substituir por luminárias LED modernas de 75 W reduz o consumo para aproximadamente 32.850 kWh.
Bucko destaca que o mesmo desempenho com metade da potência viabiliza retorno rápido do investimento em tecnologia de ponta.
A tendência global aponta crescimento do setor de iluminação, estimado em mais de US$ 272 bilhões até 2032. No Brasil, o mercado movimenta cerca de R$ 7 bilhões por ano, sustentado pela substituição de sistemas ineficientes em indústria e logística.
Durabilidade e aplicação
Além da economia, a durabilidade das novas soluções ultrapassa 50 mil horas, reduzindo paradas operacionais e a necessidade de estruturas de acesso para manutenção. Em ambientes com pé-direito elevado, o impacto no custo total de propriedade é significativo.
A utilização de materiais como silício e elementos de terras raras explica a melhoria no controle de fluxo de energia, emissão de luz e estabilidade térmica. Os produtos da PSMR vão desde luminárias herméticas com proteção IP66 até sistemas Highbay para grandes alturas.
Planejamento técnico
Para evitar subiluminação ou excesso de luminárias, o uso de softwares de simulação luminotécnica é fundamental. O dimensionamento correto assegura que cada watt seja convertido em produtividade e segurança.
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