- O governo incluiu a cadeia produtiva do audiovisual na política industrial da Nova Indústria Brasil (NIB), com foco em transformar o setor em eixo de desenvolvimento econômico, inovação e projeção internacional.
- A meta é elevar a participação do audiovisual no Produto Interno Bruto de cerca de 0,6% para pelo menos 1,5% nos próximos anos, via linhas de crédito, exportação de conteúdos, combate à pirataria e ampliação de fundos públicos.
- O anúncio foi feito pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e será lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 30, no Rio de Janeiro, durante o evento RIO2C.
- O pacote inclui financiamento com participação de instituições como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além de ações para exportação e revisão da legislação da Condecine.
- O governo também pretende ampliar o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), combater a pirataria e integrar o audiovisual a outras áreas da economia, como turismo e design; haverá uma oficina em junho em Brasília para discutir mecanismos de crédito com bancos públicos e agentes de fomento.
O governo federal incluiu a cadeia produtiva do audiovisual na política industrial da Nova Indústria Brasil (NIB), com objetivo de tornar o setor um eixo de desenvolvimento econômico, inovação e projeção externa. O plano envolve linhas de crédito, políticas de exportação, combate à pirataria e maior integração com fundos públicos e a transformação digital da indústria brasileira.
O anúncio foi feito pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, em evento no Rio de Janeiro que reuniu representantes do setor, artistas e governo. O objetivo é criar uma política de Estado para o audiovisual, integrando o setor à estratégia industrial do país.
Atualmente, o audiovisual responde por cerca de 0,6% do PIB. A expectativa é elevar a participação para 1,5% nos próximos anos, segundo autoridades. O ministro enfatizou que o setor envolve indústria, inovação, tecnologia, emprego e exportação, citando impacto econômico de investimentos: cada R$ 10 milhões fomentados geram cerca de R$ 12 milhões ao PIB.
A política será oficializada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 30, durante o evento Rio2C, ligado à economia criativa, no Rio de Janeiro. O programa foi elaborado em 2025 por um grupo de trabalho coordenado pelo MDIC, com participação de Cultura, Ancine, BNDES, Finep, ApexBrasil e representantes privados.
Estrutura do plano
O pacote prevê linhas de financiamento com a participação de BNDES, Finep, Banco do Brasil e Caixa. Também inclui uma política de exportação de conteúdo brasileiro, ampliação do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e revisão da legislação da Condecine. Medidas de combate à pirataria também estão no escopo.
Além disso, o governo busca ampliar a inovação tecnológica, fortalecer a produção nacional e integrar o audiovisual a setores como turismo, moda, design, publicidade, gastronomia, eletroeletrônicos e tecnologia. Em junho, o MDIC fará uma oficina em Brasília com bancos públicos e entidades de fomento para discutir mecanismos de crédito.
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