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Pix atinge 42% dos pagamentos online no Brasil

Pix responde por 42% do valor no e-commerce em 2025, com projeção de 44% até 2030; nos PDVs, participação sobe de 34% para 46%

Uso do Pix deve passar de 34% em 2025 para 46% em 2030 nos pontos de venda físicos
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  • Pix respondeu por 42% do valor transacionado no e-commerce brasileiro em 2025, e 34% nos pontos de venda físicos (PDVs).
  • A 11ª edição do Global Payments Report projeta crescimento até 2030: Pix de 42% para 44% no e-commerce e de 34% para 46% nos PDVs.
  • Em 2025, a divisão de meios de pagamento no e-commerce ficou: Pix 42%, cartão de crédito 40%, carteiras digitais 10%, cartão de débito 4%, dinheiro em espécie 3% e outros 2%.
  • O relatório afirma que o Pix se consolidou como infraestrutura central do mercado de pagamentos no Brasil, conectando consumidores, comerciantes e governos em tempo real.
  • Previsões incluem queda da participação do cartão de crédito no e-commerce de 40% para 34%, alta das carteiras digitais de 10% para 15% e aumento do dinheiro em espécie de 3% para 7%.

O Pix respondeu por 42% do valor transacionado no e-commerce brasileiro em 2025, segundo o Global Payments Report 2026. Nos pontos de venda físicos (PDVs), a participação foi de 34%. A 11ª edição do estudo, a primeira desde a fusão entre Worldpay e Global Payments, analisa tendências globais de pagamentos em 42 mercados.

O relatório aponta o Pix como infraestrutura central do mercado de pagamentos no Brasil, conectando consumidores, comerciantes e governos em transações em tempo real. O método é utilizado tanto em apps bancários quanto em carteiras digitais.

Projeções para 2030

As projeções indicam avanço do Pix até 2030. No e-commerce, a participação subiria de 42% para 44%. Nos PDVs, o crescimento seria maior, de 34% para 46%.

A distribuição dos meios de pagamento no e-commerce brasileiro em 2025 ficou assim: Pix 42%, cartão de crédito 40%, carteiras digitais 10%, débito 4%, dinheiro 3% e outros 2%. Esses dados constam no relatório.

Espera-se queda da participação do cartão de crédito de 40% para 34%, com alta das carteiras digitais de 10% para 15%. O cartão de débito cairia de 4% para 2%, enquanto o dinheiro em espécie subiria de 3% para 7%.

Conforme o estudo, o Pix reduz custos para comerciantes, melhora o fluxo de caixa e se beneficia de regulação estatal que impulsiona inovação no setor. Em 2025, o sistema ganhou recursos voltados à inclusão financeira, com serviços antes restritos a cartões de crédito.

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