- Raízen se aproxima do prazo para apresentar o plano de recuperação extrajudicial, com nova rodada de negociações com credores; não há apoio dos bondholders externos, mas o plano pode ter suporte de credores bancários e da dívida local; prazo é até meados de junho.
- Cade aprovou a aquisição de 90% da Sanessol pela Sabesp Participações, subsidiária integral da Sabesp.
- Qualicorp informou que o conselho aprovou início de um processo estruturado de sucessão na presidência executiva; Maurício Lopes passará a presidir o conselho a partir de 31 de agosto de 2026, e Eduardo Oliveira assumirá o cargo de CEO.
- O setor de energia registrou queda de 18,6% em operações de fusões e aquisições em 2025 frente a 2024, segundo PwC, com 70 operações no ano.
- A Justiça de Minas Gerais concedeu tutela de urgência à Estrela para blindar operações contra cobranças de credores, mas adiou o deferimento do pedido de recuperação judicial.
Raízen avalia novo estágio de negociação com credores enquanto o prazo para o plano de recuperação extrajudicial se aproxima. A empresa não tem apoio dos detentores da dívida externa (bondholders) e busca apoio entre credores bancários e credores locais. O plano deve ser apresentado à justiça até meados de junho.
Já a Sabesp recebeu aprovação do Cade para a aquisição de 90% da Sanessol, controlada pela própria Sabesp Participações. A operação será formalizada pela gestora, ampliando o portfólio da concessionária no segmento de saneamento.
Na Qualicorp, o conselho aprovou o início de um processo estruturado de sucessão na presidência executiva. Maurício Lopes assume o cargo de presidente do conselho em 31 de agosto de 2026 e deixará o posto de CEO para Eduardo Oliveira, atual vice-presidente.
Na área de energia, a PwC aponta queda de 18,6% nas fusões e aquisições em 2025, frente a 2024. Foram 70 transações em 2025, vs. 86 no ano anterior, segundo levantamento da consultoria.
A Justiça de Minas Gerais atendeu à Estrela em tutela de urgência para blindar operações contra cobranças de credores, mas adiou o deferimento do pedido de recuperação judicial.
No STF, a votação foi unânime para destinar a taxa de fiscalização da CVM à própria autarquia, segundo decisão anunciada nesta semana.
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