- São Paulo ocupa a 36ª posição global em custo por metro quadrado para escritórios; o fit-out (infraestrutura de adaptação) é de US$ 2.950 por metro quadrado.
- Buenos Aires lidera o custo na América Latina e é a terceira cidade mais cara no mundo, com US$ 5.861 por metro quadrado, influenciado pela inflação e tarifas de importação que elevam materiais em até 150%.
- O custo em São Paulo registrou alta anual de 19%.
- A cidade é o principal destino de multinacionais que buscam expansão no Cone Sul e tem o mercado de escritórios mais dinâmico e sofisticado da América do Sul, segundo a Turner & Townsend.
- O relatório aponta que, mesmo com mão de obra qualificada disputada, o Brasil tem lidado com instabilidades na cadeia de suprimentos e segue com altos investimentos em projetos e tecnologias avançadas.
A cidade de São Paulo ocupa a 36ª posição global em custos por metro quadrado para escritórios, segundo levantamento da Turner & Townsend. O custo de fit-out corporativo na capital paulista é de US$ 2.950 por m². Diferentes fatores influenciam o valor, entre eles a qualidade do espaço e a demanda por ambientes de alto padrão.
O estudo aponta que Buenos Aires lidera o custo na América Latina, com média de US$ 5.861 por m². O valor é amplificado pela inflação na Argentina e por tarifas de importação que podem elevar materiais em até 150%.
A cidade de São Paulo é considerada o mercado de escritórios mais dinâmico e sofisticado da região, atraindo multinacionais que buscam expansão no Cone Sul. O relatório ressalta que, mesmo com pressão na oferta de mão de obra qualificada, o mercado brasileiro tem lidado com instabilidades na cadeia de suprimentos.
De acordo com o relatório, os escritórios paulistas apresentam níveis recordes de investimento em projetos e tecnologias avançadas. A organização destaca que o custo de não investir na qualidade do ambiente pode superar o investimento em fit-out por influenciar a atração e a retenção de talentos.
Panorama regional
A Turner & Townsend aponta que a demanda por ambientes corporativos de alta qualidade segue impulsionando os investimentos no Brasil. O estudo analisa impactos de inflação, câmbio e cadeia de suprimentos na composição de custos.
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